Cacilda
 

Raptada pelo Raio 2.0

Dramaturgia Pedro Cesarino em processo colaborativo com

a Cia. Livre


Direção  Cibele Forjaz
Atores Lúcia Romano, Edgar Castro e Eduardo Gomes




Direção de Arte  Simone Mina


Iluminação Alessandra Domingues






Direção Musical e Composição Original Lincoln Antônio
Direção Vocal Lucia Gayotto


Preparação Corporal Juliana Monteiro, Tica Lemos e Lu Favoretto

Produção e Administração Eneida de Souza

Casa Livre - SP

Sábados 21h Domingos 19h

"Escrevo para comunicar que o livro sobre o processo de criação

de Raptada Pelo Raio está pronto, incluindo o texto da peça.

Convido também para o lançamento, no dia 29/06, na Casa Livre.

Beijos

Cibele Forjaz"


Escrito por Lenise Pinheiro às 20h05

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Urubú Come Carniça e Voa!

Escritos crônicos  Miró de Muribeca

Dramaturgia Grupo Clariô de Teatro


Assessoria Dramatúrgica Will Damas

 

Direção  Mário Pazini


Atores/criadores Alexandre Souza, Diego Avelino, Martinha Soares,

Naloana Lima e Naruna Costa





Cenário Alexandre Souza (João) e Mário Pazini

Figurinos e Adereços Martinha Soares e Naruna Costa


Iluminação Will Damas

Direção e Composição Musical Naruna Costa e Giovani Di Ganzá

Músicos Criadores Giovani Di Ganzá (violibeca),

Luis Vitor Maia (Baixo Acústico) e Adriana (Flauta Transversal)


Espaço Clariô - SP

Sábados 21h Domingos 20h


 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 20h04

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A Tempestade

Texto William Shakespeare

Direção Marcelo Lazzaratto

Atores Carlos Palma, Thaila Ayala, Sergio Abreu, Paulo Goulart Filho,

Francisco Brêtas, André Fusko, André Guerreiro Lopes, Cesar Rezende

Santana, Fernando Nitsch, Heitor Goldflus, Jorge Cerruti, Nicolas

Travijano, Evas Carretero, Isis Valente, Leandro Pereira, Magali Costa,

Nicole Marangoni e Yuri Cumer

Músicos Demian Pinto, Vadim Klokov, Gilson Barbosa, Ellen Hummel,

Lieni de Oliveira Calixto

Cenários André Cortez

Iluminação Davi de Brito e Vânia Jaconis

Figurinos Beth Filipecki, Renaldo Machado e Ed Galvão

Músicas Originais André Abujamra

Bonecos Grupo Giramundo

Direção de Produção Alexandre Brazil e Erike Busoni

Teatro Raul Cortez - SP

Quintas e Sextas 21h30 Sábados 21h e Domingos 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h46

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John Gabriel Borkman/Espectros

Desde "Quando nós mortos acordamos" no Municipal, direção de Bob Wilson, relaciono Ibsen incontrolavelmente com a inércia, até o tédio _apesar do fascínio causado por Joel Grey, então no elenco.

Mas não sou de desistir, lembro o estimulante "Peer Gynt" do jovem Dan Stulbach no Sérgio Cardoso, também muito tempo atrás, e tento de novo.

No início do ano fui à Brooklyn Academy of Music ver "John Gabriel Borkman", direção de James McDonald, o primeiro encenador de "4.48 Psicose", com Alan Rickman e a fascinante Fiona Shaw, que em outra vida foi minha atriz favorita de todos os palcos do mundo.

Carreguei meu filho, com o argumento de serem dois atores da série "Harry Potter".

Foi bem encenada, com um achado cenográfico na neve sobre o palco, amontoada _e que remetia o público à cidade afundada na nevasca histórica, do lado de fora.

A neve branca e os figurinos negros refletiam as relações familiares, de sentimentos congelados de pai, mãe, tia _e o filho. Rickman e Shaw estavam bem, ainda que absortos, fechados em seus personagens, com uma tensão que, sobretudo nela, parecia querer explodir.

Era sufocante, como se tudo tivesse parado, naqueles corpos frios. A pouca respiração que se conseguia, em meio ao texto inteligente mas opressivo, era com Lindsay Duncan, a irmã e tia.

Era estreia, o público aplaudiu de pé, mas estávamos todos exaustos _e ao menos um espectador célebre, Philip Seymour Hoffman, ostensivamente não se levantou.

No último fim de semana, persistente, baixei de novo no teatro atrás de Ibsen, agora dirigido por Francisco Medeiros no Sesc Anchieta.

"Espectros", adaptada por Ingmar Bergman, é bastante curta se comparada a "Borkman", mas o efeito não é muito diverso. Há algo nas peças naturalistas de Ibsen que data demais.

Conflitos e até as chagas de corpo e espírito soam de outro tempo _o que o mobiliário de antiquário só faz exacerbar. A cenografia tem um bom achado, mais prático que expressivo, em uma viga móvel que ajuda a separar cenas.

Clara Carvalho e Nelson Baskerville, como Shaw e Rickman, se saem bem, comandam a apresentação nos papéis da mãe e de seu amor sufocado no passado.

Plínio Soares caracteriza seu pai alcoólatra ao detalhe, quase autônomo na montagem, mas não tem o impacto _sobre mim, ao menos_ de "A mulher que ri", em que também fazia um pai trágico. Patrícia Castilho é uma revelação de vivacidade, de frescor, bem próprio da personagem.

Mas a sensação de um teatro de um outro século retorna seguidamente. E o texto, talvez também pela tradução, parece avançar aos solavancos, sem norte.

Para contraste, leia aqui o relato entusiasmado de Antônio Araújo a Valmir Santos, sobre "Espectros" em montagem do alemão Thomas Ostermeier.

Escrito por Nelson de Sá às 23h45

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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