Cacilda
 

Espectros

Texto Original HENRIK IBSEN

Adaptação INGMAR BERGMAN

Tradução  CARLOS RABELO

Direção FRANCISCO MEDEIROS


Atores CLARA CARVALHO, NELSON BASKERVILLE,

PLINIO SOARES, FLAVIO BAROLLO E PATRICIA CASTILHO



Cenografia MARCIO MEDINA e CESAR RESENDE SANTANA


Iluminação WAGNER FREIRE


Figurinista MARICHILENE ARTISEVSKIS

Dramaturgista TEREZA MENEZES
Direção musical EDUARDO AGNI


Dramaturgia corporal NEIDE NEVES
Operadores de luz e som IGOR SANE e AMANDA VIEIRA
Assistente de produção LILIA VALENTE
Produção executiva LEANDRO VIANA e JAMIL KUBRUK


Diretor de produção LUQUE DALTROZO

Produção CIA. MAMBA DE ARTES e VIVA CULTURA


SESC Anchieta - SP

Sextas e Sábados 21h Domingos 19h


Escrito por Lenise Pinheiro às 19h43

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3 casas Tríptico Alfrediano

Textos e Direção Calixto de Inhamuns, Gabriela Rabelo e Paulo Faria

Atores Cacá Amaral, Davi Reis, Isadora Ferrite, Thaís Aguiar

e Valdir Rivaben

Cenografia e Figurinos Marcio Tadeu

Iluminação Davi de Brito e Vânia Jaconis

Trilha Sonora Zero Freitas

Direção de Produção Sonia Kavantan

Idealização Bri Fiocca e Cecília Maciel

Muito obrigada ao Roberto Magnani (foto) e Roseli Marttinelli

Teatro Alfa - Sala B - SP

Quartas e Quintas  21h  Sextas 21h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 08h13

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Savana glacial/Limpe todo o sangue

Conversando sobre Jô Bilac e Leonardo Moreira, um amigo produtor comentou como era bom voltar a sentir que uma peça poderia ser uma revolução, mais ou menos como no fim do milênio, pouco tempo atrás, quando cada nova encenação deste ou daquele grupo ou cada novo texto prometia um novo mundo.

Podia ser uma ilusão, certamente era uma ilusão, mas do jeito que as coisas andaram ultimamente, no palco, até se deixar iludir estava difícil.

No Rio e em São Paulo, Bilac e Moreira vêm desenhando trilhas paralelas, um aborda a perda de memória recente, o outro, o autismo, coisas assim. Até peças com o mesmo título ou quase eles já fizeram.

O que mais chama a minha atenção é que a escrita de ambos remete abertamente ao cinema, aos roteiristas americanos que também ecoam nas séries de televisão hoje mais presentes. O suspense, o crime, o drama humano.

Até a sombra inevitável de Nelson Rodrigues vem pelo folhetim, sua linguagem mais popular, não pela dramaturgia. São textos com diálogos irônicos, personagens inteligentemente farsescos e armadilhas dramáticas espalhadas por todo lado.

Mas é preciso parar por aí, na classificação. Por mais que a reunião em movimentos ou gerações seja conveniente aos jornalistas, que vivem de narrativas, e aos próprios artistas, que precisam da publicidade, a criação é singular, até mesmo no teatro, e precisa ir além da forma, da casca.

"Savana glacial", que Bilac reapresentou no Sesc Belenzinho, tem o ruído insistente de um exercício. Parece ter sido realizada assim, passo a passo, com o resultado se apresentando tão aberto quanto sua proposta de escritura agregada aos ensaios.

Ganhou prêmio no Rio, foi saudada como obra-prima, mas eu mesmo, da minha parte de espectador, deixei o teatro querendo mais _e imaginando se "Rebú", anterior e que não vi, não seria diferente.

"Limpe todo o sangue antes que manche o carpete", que estreou em seguida no Sesc Consolação, também carrega a marca de ter sido lapidada quase à perfeição, por um autor que conhece o ofício, mas deixa buraco parecido, como no final de um episódio de série policial.

É evidente que os dois espetáculos não se restringem ao texto e dão vazão aos talentos novos _ou ao menos desconhecidos por mim_ em encenação e interpretação, no Rio e em São Paulo. São descobertas por todos os lados, o que já vale o ingresso e a esperança.

(Para abrir o jogo, registro que o problema de ter acompanhado movimentos parecidos, no teatro dentro e fora do país, é que a fé, já pouca, vem agora matizada pela experiência do que acontece depois, com o tempo.)

PS - Christiane Riera escreve sobre "Limpe todo o sangue", aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 13h09

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Sem Pensar

Texto Anya Reiss

Tradução Rodrigo Haddad

Direção Luiz Villaça

Atores Denise Fraga, Kiko Marques, Julia Novaes, Kauê Telloli,

Virgínia Buckowski, Isabel Wolfenson, Verônica Sarno e Paula Ravache





Cenografia VALDY LOPES JN
Figurinos CÁSSIO BRASIL
Iluminação LITO MENDES DA ROCHA
Trilha Sonora THÉO WERNECK
Visagismo SIMONE BATATA
Direção de Produção JOSÉ MARIA
Produção e Realização NIA TEATRO

Teatro da Universidade Católica - TUCA - SP

Sextas e Sábados 21h30 Domingos 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h23

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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