Cacilda
 

Luis Antonio - Gabriela


Argumento, Direção e Trilha Sonora Nelson Baskerville
Dramaturgia Verônica Gentilin

Assistente de Direção Ondina Castilho e Camila Murano

Atores Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto,

Verônica Gentilin, Virginia Iglesias e Day Porto

Cenário Marcos Felipe e Nelson Baskerville

Iluminação Marcos Felipe e Nelson Baskerville

Figurinos Camila Murano

Direção Musical, Composição e Arranjo Gustavo Sarzi  (esq)

Preparador Vocal Renato Spinosa (dir)

Preparação de Atores Ondina Castilho

Visagismo Rapha Henry - Makeup Artist

Vídeos Patrícia Alegre

Produção Executiva Sandra Modesto e Marcos Felipe

Produção Geral Cia Mungunzá de Teatro

Meu muito obrigada ao Pedro Augusto Técnico/Performer

Centro Cultural São Paulo - SP

Quartas, Quintas, Sextas e Sábados 21h Domingos 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h49

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Pterodátilos

Texto Nicky Silver

Direção Felipe Hirsch

Tradução Erica Migon e Ursula Migon

Atores Marco Nanini, Mariana Lima, Felipe Adib e Álamo Faco


Direção de Arte e Cenografia Daniela Thomas


Figurino Antônio Guedes
Iluminação Beto Bruel


Trilha Sonora Nervoso

Direção de Produção Fernando Libonati

Teatro FAAP - SP

Sextas 21h30 Sábados 21h Domingos 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h45

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Pinókio

Texto e Direção Roberto Alvim

Atores Juliana Galdino, Rodrigo Pavon, Janaína Afhonso,

José Geraldo Jr., Katiana Rangel e Bruno Ribeiro



Cenário e Iluminação  Roberto Alvim


Figurinos  Juliana Galdino e Daniele Cabral


Produção Daniele Cabral
Realização CLUB NOIR

CLUB NOIR - SP

Quintas Sextas Sábodos 21h Domingos 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h09

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Frank Rich

Ele foi o maior de todos os críticos, para mim ao menos, nos "meus anos no teatro". Frank Rich se despediu hoje do "New York Times" depois de 14 anos na crítica e outros 17 como colunista, mas sem deixar jamais o teatro.

Na coluna de despedida, descreve como passou este último período na busca cotidiana de uma narrativa para as "muitas encenações em conflito no palco nacional", envolvendo política, cultura, até economia. "Sem dúvida, um legado dos meus anos no teatro."

Escreve também que, "de todas as coisas que fiz no 'Times', talvez não me orgulhe de nenhuma como, nos meus dias de crítico, defender 'Sunday in the Park with George'". Foi um dos maiores fracassos de bilheteria de Stephen Sondheim, mas Rich militou pelo musical repetidamente, por enxergar a promessa de arte até nas suas cenas mais falhas.

Apela ao verso de uma das canções, "George", para publicar suas últimas palavras no maior jornal do mundo, "Stop worrying when you're going, move on", algo como "Pare de se preocupar por estar saindo, vá em frente".

Não faltou quem questionasse sua decisão, uma ação que não faz sentido para a carreira profissional. Mas ele queria tentar _e também andava impaciente com o jornal desde a campanha pela invasão do Iraque. Perto dos 62 anos, vai para a revista "New York", para menos repercussão e leitura.

O jornal não deve perder leitores nem influência, mas é grande o vazio, até pessoal, como admitiu o editor-chefe, Bill Keller. Colunista mais à esquerda na grande imprensa americana, ele não tem substituto e simboliza uma guinada do jornal ao centro.

Rich foi, pode-se dizer, o último crítico. Parou de escrever em 1994, quando nascia a web e começava a explosão de opinião, aliás enfatizada por ele na coluna de hoje. Sempre questionou seu suposto poder, primeiro no teatro, depois na política, mas não ressuscitou à toa o apelido "açougueiro da Broadway", histórico em Nova York.

Foi como o descreveu Rowan Atkinson, depois de sua crítica a uma revista que o comediante inglês apresentou na cidade. Era piada, mas retratou bem como Frank Rich se transferiu do papel para uma personagem da própria história do teatro americano.

Eu vou continuar a ler, agora aqui.

Deve ser coincidência, mas ele deixa o jornal pouco depois de Ben Brantley, que o sucedeu, ter participado da destruição de Julie Taymor, demitida esta semana pelos produtores de "Spider-Man", com a conivência de Bono.

De início contido, o "NYT" embarcou na campanha dos tabloides contra o musical depois que a diretora, na última hora, faltou a um evento prestigioso do próprio jornal, em janeiro. Em ação inédita, Brantley criticou o espetáculo antes da estreia e o chamou de "um dos piores da história".

É o oposto do que fez Rich, com Sondheim. Taymor foi punida por arriscar e falhar, num ambiente em que a arte conta menos.

Escrito por Nelson de Sá às 20h58

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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