Cacilda
 

Roberto Zucco

Texto Bernard-Marie Koltès


Direção, tradução, adaptação e iluminação Rodolfo García Vázquez


Assistente de Direção Vanessa Guillen
Atores Robson Catalunha, Cléo De Páris, Julia Bobrow, José Alessandro

Sampaio, Maria Casadevall, Elaine Grava, Dyl Pires, Diney Vargas,

Victor Lucena, Priscilla Leão, Katia Calsavara, Marcio Pellegrini,

Cristiano Dantas, Thadeo Ibarra, Cláudio Wendel, Ricardo Campanille,

Renan Pena, Aline Leonello e Julia Ornelas

Trilha Sonora Ivam Cabral
Cenário Marcelo Maffei
Figurinos Lori Ann Vargas

Vídeos Luciana Ramin


Operação de luz Leo Moreira
Operação de som Igor Augusto



Espaço dos Satyros Um

Sextas e sábados 21h30 domingos 18h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h53

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Quebra-Quilos

Coletivo de Teatro Alfenim

Texto e Direção Márcio Marciano

Atores Ana Marinho, Adriano Cabral, Daniel Araújo, Daniel Porpino,

Fernanda Ferreira, Verônica de Souza e Zezita Matos

Direção Musical Marco França

Consultoria de Encenação Fernando Yamamoto

Cenário e Iluminação Márcio Marciano

Figurinos Maurício Germano

Produção Humberto Dias

FUNARTE - Sala Rennée Gumiel - SP

Sextas e sábados 21h30 e domingos 20h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h13

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E agora, Nora?

Texto Cia. Temporária de Investigação Cênica



Direção e concepção Joana Dória de Almeida

Assistente de Direção Diogo Spinelli

Atrizes Júlia Novaes, Lívia Piccolo e Sofia Boito

Intervenções Poéticas Roberta Estrela D´Alva
Orientação Cibele Forjaz
Desenho de Som Pedro Semeghini + Operadora de Som Inara Cencig
Desenho de Luz Sofia Boito + Operador de Luz/Vídeo Felipe Mitsuo
Cenário e Figurinos Cia. Temporária de Investigação Cênica
Vídeos Carolina Mendonça e Fernanda Gomes

Teatro Augusta - Sala Experimental - SP

Quartas e Quintas 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h56

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Blitz

Não posso dizer que tenha me empolgado com a encenação contida de Ivan Sugahara para "Blitz", em cartaz no Centro Cultural São Paulo, vindo de temporada no Rio.

Nem mesmo com o texto, embora estivesse ansioso para voltar a acompanhar um diálogo de Bosco Brasil no palco, ele que atravessou os últimos meses sendo apontado como o vilão da telenovela nacional ou coisa que o valha, culpado por uma decadência que é parte de um panorama maior, muito maior.

Mas "Blitz", que mostra um casal em confronto depois que o homem, um policial militar, é acusado de ter matado um adolescente na operação do título, provocou uma identificação muito familiar, próxima, e gostaria de escrever em defesa do espetáculo.

Marcello Escorel vive o cabo Rosinha, o PM que entra em cena já apartado por vizinhos, parentes, da mulher, estigmatizado pela morte que teria provocado e que contrasta com o papel que havia desenvolvido para si mesmo no bairro, de serenidade e firmeza, de mediador de conflito.

Mas ele está crispado, descobre-se aos poucos, não pelo isolamento social e familiar, mas pela lembrança que traz do único filho, que morreu ainda criança, doente sem cura _ainda que por mal que carregou geneticamente do pai.

A morte do adolescente, com a mesma idade que o filho teria, reacende a angústia da morte no pai.

Nada acontece. É quase um melodrama, mas com pouca ou nenhuma movimentação, concentrado nas palavras do diálogo com a mulher. É peça de um ato na tradição americana de Tennessee Williams, em que a memória e a lenta revelação do conflito familiar conduz a ação psicológica.

Mas não chega a ser uma construção bem elaborada, no texto, com as próprias justificativas para a emoção de um e de outro personagem se apresentando falhas e aos trancos.

Mas o correr da peça acaba deixando sobre o cabo Rosinha um peso, uma carga que parece entrar na alma, oprimida não pela responsabilidade, mas pela própria angústia.

Em certo momento, ele se cala e, postado com altivez policial na cadeira, o tempo corre e a dor do mundo parece se concentrar nele, não nada há além de profunda, imensa tristeza. Acaba assim, em silêncio.

Não chega a resgatar o teatro de sua encruzilhada recente no Brasil, mas o olhar de Marcello Escorel não é fácil de esquecer.

Escrito por Nelson de Sá às 23h45

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Vamos?

Texto Mario Viana

Direção Otávio Martins

Atores Alex Gruli, Dalton Vigh, Rachel Ripani e Tania Khalill

Cenário Márcia Moon

Iluminação Wagner Freire

Figurinos Elena Toscano

Meu muito obrigada ao Vitor Moreno

Teatro Imprensa - SP

Sextas 21h30 Sábados 21h Domingos 19 h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h03

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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