Cacilda
 

Orégano

Texto Sergio Lobo

Tradução André Lima

Direção Homero Ferreira

Atores André Lima, Bruno Cavalcanti, Clarissa Maria e Jaqueline Brambilla

Cenografia e Figurinos Cia Hecatombe

São José do Rio Preto - SP

Escrito por Lenise Pinheiro às 22h39

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Teatro

Em Construção na Swift - São José do Rio Preto

Capacidade 980 lugares

Meus agradecimentos ao Pedro Ganga Diretor do Complexo Swift

MERDA!

Escrito por Lenise Pinheiro às 18h13

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Mel

Atuação, Roteiro,Direcão, Iluminação e Sonoplastia Gerrah Tenfuss

SESI - Teatro Waldemar de Oliveira Verdi

São José do Rio Preto

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h06

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A Brava

Dramaturgia, Direção e Direção Musical Fábio Resende

Atores Ademir de Almeida, Fábio Resende, Márcio Rodrigues

e Rafaela Carneiro

Figurinos Ligia Passos

Assistente de Figurinos Karla Passos

Dia 22 Engenheiro Schmitt às 16h

Dia 23 Praça São Deocleciano às 16h

São José do Rio Preto

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h51

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Comida Alemã

Texto Thomas Bernhard

Adapatação Amália Kassai

Direção Cristián Plana

Atores Amalia Kassai,Daniela Castilho, Daniela Ropert (piano),

Emilia Noguera, Felipe Lagos, Gabriel Urzúa, Leo Canalese e

Valentina Jorquera

Swift - Espaço 2 - São José do Rio Preto

Dias 20, 21 e 22 às 19h e 22h

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h21

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"Diário Carioca", 1957-1962

Não pude viajar e acompanho à distância, com mais do que uma ponta de inveja, a reafirmação do teatro em Rio Preto pelas imagens de Lenise Pinheiro, com Roberto Alvim, Luiz Paetöw. (Por coincidência, Gerald Thomas anunciou no fim de semana que desistiu de desistir do teatro.)

Para preencher o vazio, passei um dia mergulhado nos escritos de Paulo Francis sobre teatro no "Diário Carioca", no qual ele manteve uma coluna quase diária por seis anos. Os textos foram datilografados para um estudo de George Moura sobre "a odisséia intelectual do ator, diretor e crítico pelos palcos brasileiros" e uma cópia foi parar na biblioteca da ECA.

Francis fez de tudo, atravessando os anos 50 até o início dos 60 tomado pelo teatro. Foi o palco que o levou para a redação.

O mais curioso das colunas é que não são tão diferentes, na escrita irônica, na divisão em notas mais curtas e até nas obsessões de tema, do que seria tão conhecido nas décadas seguintes. Ele tinha o teatro acima de tudo. E até o fim carregaria uma reverência quase mítica pelo palco, que tratava como parte de sua vida, como se ainda fosse ator ou crítico.

Como os textos evidenciam, ele foi formado _e depois se firmou contra_ Paschoal Carlos Magno, diplomata, entusiasta do teatro moderno na primeira metade do século 20. Foi quem o aceitou na cena e até o batizou, com seu nome artístico de teatro de revista, como costumava contar, entre resignado revoltado e resignado _ele que nasceu Franz Paul Trannin da Matta Heilborn.

Foi contra Paschoal que Francis ajudou a estabelecer uma nova crítica no Rio, menos condescendente, segundo dizia. Chegou a fundar uma associação de críticos contrária à de Paschoal, que escrevia então no "Correio da Manhã", o maior jornal do país na época, muito mais lido e influente do que o "Diário Carioca".

Mais importante, o Francis ator havia sido demitido do Teatro do Estudante do Brasil, por Paschoal, o que não deve ter sido fácil para quem recordava, até o fim, jamais ter passado por êxtase igual ao de estar no palco, diante do público.

As colunas começam atacando a praça Tiradentes e o velho teatro de atores-produtores e revistas. E logo abraçam o Arena de "Gimba" e "Eles não Usam Black-tie", de Gianfrancesco Guarnieri. "Sempre faltou essa dramaturgia para trazer identidade, distinção ao teatro brasileiro."

Ele também se engajou na defesa do Teatro dos Sete, de Gianni Ratto e Fernanda Montenegro. Em uma edição, publicou longa entrevista com Flávio Rangel, que se tornou seu amigo. Em suma, escreveu então, na virada para os anos 60, "teatro político é o que eu quero".

A política só fez crescer, nas colunas sobre o Centro Popular de Cultura, o CPC, e em textos indignados sobre a "UNE metralhada". Passou daí para Fidel Castro, João Goulart, até Nikita Kruschev, com atenção crescente e preparatória para sua fase seguinte, engajada e deixando o teatro para trás, já no "Última Hora".

Pouco antes, começa perder a paciência com a função. Escreve que o que define um crítico teatral no Brasil é o estoicismo e admite que seu pensamento voa durante as apresentações, por cansaço, mas também porque, contaria depois, estava amadurecendo e crítica é para jovens.

O que o afasta do teatro, afinal, é um insulto a Tonia Carrero. No "Última Hora", não permitiram que escrevesse críticas, como queria, por causa do ataque anterior à atriz. Mas ele jamais deixou de ser crítico de teatro, como, aliás, escreveu até três décadas depois.

Escrito por Nelson de Sá às 17h10

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"Gente...espelho da vida...doce mistério"

Festival Internacional de Teatro - São José do Rio Preto

Roberto Alvim

Maurício Paroni de Castro e Expedito Araujo

Silvia Paroni

Luiz Paetow e Gerrah Tenfuss

Marcelo Romagnoli

Meu muito obrigada ao Junior

Antonio Araújo

Juliana Galdino

Marcelo Zamora

Edimeire Piovezam e Iris Cavalcanti

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h49

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Anatomia Frozen

Texto Bryony Lavery

Tradução Rachel Ripani

Direção, Cenário, Iluminação e Trilha Sonora Marcio Aurelio

Atores Joca Andreazza e Paulo Marcello

Teatro SESC - São José do Rio Preto

Dias 22 e 23 às 19h e 21h30

 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h39

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A Mulher que matou os peixes...e outros bichos

Dramaturgia Isabel Muniz

Direção Cristina Moura

Atores Luciana Fróes, Mariana Lima e Renato Linhares

Iluminação Enrique Diaz

Iluminador Assistente Leandro Barreto

Cenografia Mari Stokler

Figurinos Marcelo Olinto

Teatro Nelson Castro - S.J. do Rio Preto

Dia 19 às 16h

 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h11

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A Inquietude

Texto Valère Novarina

Direção Thierry Trémouroux

Atriz Ana Kfouri

Meus agradecimentos a Bruno Reis

Cenário e Figurinos Desirée Bastos

Iluminação Renato Machado

Swift - Espaço 3 - S.J. do Rio Preto

Dias 17, 18 e 19 às 19h

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h21

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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