Cacilda
 

Hairspray

 


Texto – Mark O´Donnell e Thomas Meehan

Versão brasileira e direção  – Miguel Falabella

Músicas – Marc Shaiman

Letras – Scott Wittman e Marc Shaiman

Direção musical Felipe Senna

Atores

EDSON CELULARI é Edna Turnblad

SIMONE GUTIERREZ é Tracy Turnblad

ARLETE SALLES é Velma Von Tuslle

DANIELLE WINITS é Amber Von Tuslle

JONATAS FARO é Link Larkin

FREDERICO REUTER é Corny Collins

HELOISA DE PALMA é Penny Pingleton

EDGAR BUSTAMANTE é Wilbur Turnblad

GRAÇA CUNHA é Motormouth Maybelle

IVANA DOMENICO é Prudy Pingleton, Professora de ginástica e a Carcereira

TIAGO ABRAVANEL é Sr, Spritzer, Sr.Pinky e o Guarda da Penitenciária feminina

JENIFFER NASCIMENTO  é Pequena Ines

CORINA SABBAS, KARIN HILS e  MARIA BIA MARTINS são as Dinamites

Coreógrafo – Jeff Whiting

Coreógrafa associada – Fernanda Chamma

Desenho de Luz – Maneco Quinderé

Desenho de Som – Tocko Michelazzo

Cenógrafo – Renato Scripilitti

Figurinista – Marcelo Pies

Orquestra:

Direção Musical e Regência - Felipe Senna
Assistente de Direção Musical e Regência - Carlos Bauzys
Adaptação da Música e Orquestração Original - Felipe Senna

Músicos:

Paula Faour - Teclado II

Ecerson Moraes - Trombone

Kiko Andreolli - Baterista

Lucas Bojikian - Teclado I

Maico Lopes - Trompete

Marcelo Manfra - Sax alto / Tenor/ Flauta e Clarinete (Palheta II)

Paulinho Pupo - Sax alto / Tenor/ Baritono e Clarinete (Palheta I)

Pedro Milman - Piano

Tiago do Espitito Santo - Baixo

Vinicius Gomes - Guitarra

Teatro Bradesco - SP

Quintas 21h Sextas 21h30 Sábados 17h e 21h30 Domingos 18h

 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h52

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Lamartine Babo

Nem Antunes Filho escapa dos musicais. Em sua estreia como dramaturgo, com um texto muito curto, quase um "prêt-à-porter" ampliado, é do próprio gênero musical que o grande diretor parece falar.

É do teatro.

Em cartaz desde o ano passado, em duas sessões às quintas, o título da peça é "Lamartine Babo", mas o retrato crítico que apresenta é de uma obsessão pelo compositor _ou da obsessão pelos próprios musicais, hoje.

E não se poderia esperar outra coisa, do diretor que mais se integrou à obra de Nelson Rodrigues, ao longo das últimas três décadas: o texto, com dramática ironia, é rodriguiano do começo ao fim.

Do compositor escolhido, com seus hinos dos clubes do Rio, ao protagonista Silveirinha, um vizinho de subúrbio carioca que atormenta os ensaios de uma orquestra dos anos 40, voltada às canções de Babo.

No cenário que parece tirado de alguma crônica da "Última Hora", não falta sequer uma menina, quase criança, sempre cercada pelo padrasto ou sabe-se lá o quê, envolvida em sua compulsão.

Silveirinha, obviamente, é o próprio Antunes Filho. É dele o fascínio pelos ensaios ali retratados. É dele a paixão, de infância, por Lamartine Babo ou Noel Rosa. Quase 80 anos, recomeça dramaturgo para rever e revelar o que deixou para trás.

Antunes quer se reencontrar nacionalista, busca ressurgir leve e agradável como uma matinê dos anos 40, mas não se contém e vaza estranheza, corrosivo, "a vida como ela é".

Quando o espectador se permite enlevar um pouco pelas canções, conhecidas desde sempre e que se confundem com a própria nação, um Brasil ingênuo de antanho, Antunes lança o veneno.

Uma frase curta, uma ameaça de violência, um olhar de morte.

Antunes não permite a felicidade, exige o rigor. É mais ou menos como faz Sondheim, com a diferença maior de que o americano impõe seu cinismo a cada verso de música, em integração formal maior.

Por mais que se envolvam com a pequena trama, as músicas de "Lamartine Babo" são ainda um pot-pourri, pouco diferente de outros tantos musicais recentes, o que é inventivamente frustrante.

A relativa frustração se estende à encenação, que, ao menos na apresentação que acompanhei, a segunda daquele dia, mostrou exaustão nos quadros musicais, como se fosse um ensaio repetitivo.

O melhor é o texto. Um trecho reproduzido no programa:

- Bravo! Bravo! (etc.) Os senhores são maravilhosos! Uns capetas, uns capetas!... E Lamartine então?... Demônio com suas músicas infernais! Ele é o próprio Belzebu... Belzebu! u!... u!... u!...
- Está claro que o senhor gosta mesmo dele!
- Ele me faz cócegas por dentro, me faz delirar como louco!

Escrito por Nelson de Sá às 15h43

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Os Inquilinos ou os incomodados que se mudem

Teatro, Futebol, Brasil e Cinema por e Beatriz Bracher e Sergio Bianchi

Ator Marah Descartes

Em cartaz em  Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h51

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Banana Mecânica

Texto e Direção Francisco Carlos

Direção Musical Girley Miranda

Direção de Movimento Ondina Clais

Direção de Cena Fernando Delabio

Direção de Arte Márcio Colaferro

Atores Anthero Montenegro, Eloisa Leão, José Trassi,

Fabiana Serroni, Felipe Montanari, Fernando Delabio,

Germano Melo, Mafalda Pequenino e Paulo Gaetta

Figurinos Fernando Delabio

Iluminação Karine Spuri

Produção Elisete Jeremias

Teatro dos Satyros 1 - SP

Domingos 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 08h53

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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