Cacilda
 

Liz

Texto: Reinaldo Montero


Direção: Rodolfo García Vázquez

Silvanah Santos, Brígida Menegatti, Julia Bobrow e Phedra D. Córdoba

Alberto Guzik, Tiago Leal e Chico Ribas

SESC Avenida Paulista - SP
Quintas, Sextas, Sábados e Domingos às 21h30 

SESC Av Paulista - SP

Sextas, Sábados e Domingos 21h30


Atores: Cléo De Páris, Ivam Cabral, Fábio Penna, Germano Pereira,

Cenário Marcelo Maffei

Figurinos Silvanah Santos

SESC Av Paulista - SP

Sextas, Sábados e Domingos 21h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h32

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Há um crocodilo dentro de mim

Textos Abel Neves, Angelica Lidell e Rodrigo Garcia

Dramartugia e Direção Silvana Garcia

Atrizes Amanda Lyra e Maria Tuca Fanchin

Cenario e Figurinos Lasnoias & Cia

Iluminação Denilson Marques

SESC Consolação - Espaço Beta - SP

Quinta  e sexta às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h46

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Sertão no Meio do Redemoinho

Extratos da Obra Grande Sertão Veredas de João Guimarães Rosa

Concepção, Roteiro e Direção Andrea Caruso Saturnino e Ricardo Muniz Fernandes

Direção Técnica Julio Cesarini

Atores Dayana Xavier, Guilherme Pam, Jeanne Kieffer,

Joana Levi, José Maria Gonçalves, Maryana Xavier,

Tiago Goulart e Toninho Sozinha



Cenários Argus Caruso


Figurinos Ronaldo Fraga

Videos Cassio Santiago, Roberto Bellini e Sergio Martins

Dia 05 Poupatempo Sé

Dia 06 Praça do Patriarca

Dia 07 Praça da República

Dia 08  Largo Santa Cecília

Dia 09 Comunidade Heliópolis

Dia 10 SESC Itaquera

Dia 12 Largo 13 de maio

Dia 13 Terminal Rodoviário Tietê

Dia 14 Calçadão do Shopping Osasco

Interior do Estado

Dia 15 Campinas

Dia 19 Presidente Prudente

Dia 20 Birigui

Dia 21 São José do Rio Preto

Dia 22 Araraquara

Sempre às 11h

Maio de 2009


 

Escrito por Lenise Pinheiro às 14h26

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Augusto Boal

Até dez anos atrás eu acreditava no retorno de Augusto Boal. Fui com Sérgio de Carvalho até seu apartamento no Rio, vista para as ondas a poucos metros, no Arpoador, para uma longa entrevista. Lindo apartamento, fotos de Lenise.

Ele podia, fantasiava eu, voltar a encenar musicais. Retomar aquela que foi sua maior contribuição, no meu entender, aproximando Brecht e Weil de Chico e Caetano, de Zé e Guarnieri e Vianinha.

Arena Conta Zumbi, Tiradentes, antes Bahia, mais Opinião, Roda Viva, antes CPC, depois Gota D'Água, até Hair, eu racionalizava que tudo se devia a ele. À sua juventude carioca, de quem cresceu entre passeios à praça Tiradentes, às revistas ainda políticas.

Também à sua formação americana, o que ele negava, ao menos quanto à Broadway. Como Brecht que tanto devia à América e partiu dela para mudar a forma do teatro, Boal também o fez, revirando modelos formais aqui e pelo mundo.

Mas sua teoria crescentemente elaborada não exerce o mesmo fascínio de seu teatro original, não sobre mim.

Nas livrarias de teatro que frequentei no exterior, do National, da Broadway, Boal e suas variações cada vez menos teatrais _e mais terapêuticas, à maneira de Moreno_ do Teatro do Oprimido estavam sempre em primeiro plano, disputando espaço com Brecht, Stanislavski e seguidores.

É o único teórico brasileiro a ter tamanha projeção. Aliás, é o único a ter projeção, ponto. Mas já era quase uma religião, um refúgio de seu final de vida na arte.

Antunes se reescreveu no palco, Zé também, até José Renato, mas Boal não. Nem depois da entrevista, quando passei a observar cada novo passo seu e esperar.

Ele, antes de todos, deu forma à música popular brasileira como a conhecemos até hoje, criou um novo teatro musical brasileiro, com humor daqui e drama de lá, mas depois se escondeu, como Grotowski. Fez também política, depois parou.

Perdemos nós, perdeu o teatro, antes mesmo, muito antes, de sua morte.

Em partes, a entrevista com Boal: da classe ao indivíduo, Teatro do Oprimido, os musicais brasileiros, John Gassner e Stanislavski, a recusa de Brechtum último desejo "boulevard".

Escrito por Nelson de Sá às 22h11

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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