Cacilda
 

Monólogo da Velha Apresentadora

Texto Marcelo Mirisola

Direção Josemir Kowalic

Ator  Alberto Guzik

Satyros 1 - SP

Quartas e Quintas 23 h

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h47

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Desfigura


Texto Pierre Charras


Direção Regina Miranda

Atores Edi Botelho e Charles Fernandes


Cenografia Niura Bellavinha


Figurinos Ricardo Almeida



Iluminação Luis Paulo Nenen


Espaço Parlapatões - SP

Sábados  meia-noite

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h08

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Zezé Mota e Suzana Faini em SETE

Texto e direção: Charles Möeller
Música: Ed Motta
Letras: Claudio Botelho
Direção musical: Claudio Botelho e Ed Motta

Atores

Alessandra Maestrini (Amélia)
Alessandra Verney (Bianca)
Eliana Pittman (Rosa)
Janaina Azevedo (Elvira)
Ivana Domenico (Madalena)
Rogéria (Odete)
Marina Ruy Barbosa (Clara)
Betto Serrador
Jarbas Homem de Mello
Marcel Octavio
Otavio Zobaran
Pedro Sol
Stein Junior
Tuto Gonçalves

Músicos
Alexandre Brasil (baixo)
Alex Freitas / Levi Chaves (sax alto)
Gabriel Guenther (bateria)
Pedro Mibielli / Anderson Pequeno (violino)
Thaís Ferreira (violoncelo)
Vitor Gonçalves (piano)

Cenários: Rogério Falcão
Figurinos: Rita Murtinho
Visagismo: Beto Carramanhos
Iluminação: Paulo César Medeiros

Teatro Sergio Cardoso - SP

Sextas 21h30 Sábados 21h e Domingos 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h29

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A noite mais fria do ano

É bastante engenhoso o confronto entre as duas peças deste "A noite mais fria do ano". Não pelo que aproxima uma de outra, pelas pontes que vai lançando, mas pelo que desvenda de inconciliável entre elas, que imagino reflexos do próprio Marcelo Rubens Paiva.

De um lado, o jornalista, ativista político, figura pública, cara do bem. Do outro, talvez mais sombrio, o artista, dramaturgo, agora diretor. O melhor, ao menos na minha fantasia, enquanto assistia à apresentação, era exatamente os dois ou as duas peças não se misturarem bem, não conseguirem se encontrar em um só.

É fascinante como um quebra-cabeça sem solução, a ponto de o autor precisar passar também à direção, para tentar colar os pedaços.

As personagens masculinas da primeira metade nada têm a ver com suas presenças na segunda. Os atores estão todos, Mário Bortolotto, Alex Gruli, até Hugo Possolo com seu impagável dono de barraca de rua, bem mais à vontade na primeira, quando ecoam o melhor teatro de Paiva, de cortante diálogo masculino.

O retrato que fazem do jornalismo, até onde eu conheço, é dos mais fiéis e impiedosos. Aquele cinismo decadente, está tudo lá, de um jeito ou de outro, com a arte do Bortolotto ator.

Na segunda metade, o artista de Possolo e Paiva ainda não se achou. É certamente a máscara mais questionada _o artista_ daí talvez um certo pendor dramático, aqui piedoso.

Paula Cohen, que é apenas uma imagem, uma referência na primeira peça, se abre em sensualidade. É quase uma idealização feminina, capaz de tudo, uma redenção, tanto quanto inspiração, para seu artista perdido.

Foi isso, que fique claro, o que eu fantasiei enquanto acompanhava "A noite mais fria do ano" no Sesc Paulista. O espetáculo é também e principalmente um desabafo do carpinteiro Marcelo Rubens Paiva, 20 anos de teatro, sobre o amor.

Escrito por Nelson de Sá às 11h54

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Olerê! Olará!

Passa o tempo e os solilóquios de Dionísio Neto, entremeados às suas narrativas, não perdem a força. Desde "Opus Profundum", eles são a prova dos nove de seu alcance como dramaturgo _e uma singularidade artística inusitada nestas praias.

"Olerê! Olará!", que evoca de modo tão consciente e aprofundado o teatro de revista, ainda lembra mais, ao menos para mim, aquela primeira e explosiva criação musical que aproximou teatro de hip-hop e da cena eletrônica.

Como antes, nem tudo neste novo espetáculo dá liga, mas o que dá enche de prazer os sentidos todos. E são pelo menos três descobertas no palco deste novo O Inflamável, "cabaré" em plena boca do luxo, mas a duas quadras do colo do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho.

A dramaticidade de Jeyne Stakflétt na personagem da "neovedete" Elisabeth Vitória Régia I escapa de vez da revista, já perto do final, para entrar nas viagens maiores do raciocínio de Dionísio. É a apoteose, por assim dizer.

Antes, Mayana Neiva como Carmen Rosa é a bela voz que garante ser este, de fato, um musical. E Giovanna Velasco, como Lulu Chuva de Prata no primeiro quadro e em outros, confirma que se trata de revista, revisão cômica da atualidade.

Não achei porém que os números de cortina funcionassem tão bem, em parte pelos próprios textos, em parte também pelo ritmo. Ah, os figurinos também não mostram quase nada das "neovedetes". Até nos anos 20 elas revelavam mais.

Escrito por Nelson de Sá às 09h37

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The Cachorro Manco Show

Texto Fábio Mendes

Direção Moacir Chaves

Ator Leandro Daniel Colombo

SESC Paulista - SP

Sextas, Sábados e Domingos  20h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h09

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Crença no teatro

Este ano fiquei pouco no festival de Curitiba, dois, três dias. De resto, acompanhei pela Lenise, aqui no blog, no jornal, em conversa. Também pelo Lucas Neves e pelo Luís Fernando Ramos, jornalistas que admiro, respeito e, mais importante, aguardo ansioso e leio a cada nova edição.

E desta vez acompanhei o festival também pelo Valmir Santos, com quem formei dupla por algum tempo, no jornal. Ou trinca, pois a Lê, conosco ou agora com Lucas e Nando, é sempre o olhar revelador.

É do Valmir que eu quero escrever, neste momento, até porque meu carinho por ele vem de sempre. E ele é um crítico, enfim! Começou no fim do ano, na verdade, na mostra Cena Breve, de teatro de grupo.

Já então ele escrevia da cena curitibana que viria a marcar o festival deste ano, com peças como "Aranha marrom não usa Roberto Carlos" ou "Árvores abatidas". [Ainda não compreendo bem o que representa tamanha atenção de Curitiba com a própria Curitiba, como num espelho.]

Aqueles primeiros testes de internet e crítica prosseguiram agora, no site do festival. Ainda tateando a opinião, ele já revela uma segurança que eu desconhecia _e que não estavam presentes em seus primeiros textos publicados no "Diário de Mogi", década e meia atrás.

Vals, seu velho código no sistema de edição do jornal, que acabou virando apelido, era lendário pelos lapsos e confusões, com matérias em que faltava uma palavra ou e-mails que enviava não à redação, mas a si mesmo, levando o fechamento ao desespero.

Não resta muito deste nosso Vals nas críticas que ele escreveu para o festival, tão amadurecidas e firmes _em sua convicção e também em sua apresentação. Os posts de que mais gostei foram sobre o projeto Autopeças, Tennessee Williams e "A mulher que ri".

E sobre "Kimpa Vita, a profetisa ardente", da cia. Elinda Teatro, de Luanda, intitulado "Angolanos sublinham crença no teatro". Bordão que vale para ele mesmo. Abaixo, algumas passagens da longa crítica:

_ Kimpa Vita, uma moça de 20, 21 anos, foi condenada à fogueira por um júri inquisitorial sob acusação de se passar por santo Antônio e inflar a indignação na comunidade catequizada, torturada e escravizada pela Igreja Católica em conluio com comerciantes e militares... O que a jovem interpretada por Mel Gamboa fez dois séculos atrás foi seguir os conselhos do santo com o qual aprendeu "a lutar e a nunca desistir". Reivindicou a africanização da religião imposta, daí a acusação de bruxaria. Mesmo após sua morte, por julgamento fantoche, sua iniciativa ganhou contornos de movimento messiânico que se propaga em países africanos até hoje –os antonianos. "O que chamam de loucura é a minha verdade, a verdade do meu povo"... Independente das soluções elementares de encenação, o que causa admiração no trabalho do grupo Elinga é o sentido de presença que os atores refletem em cena. É como se reafirmassem a sua verdade, tal qual o enredo com a sacerdotisa. Um orgulho de falar do lugar que falam, em crer na arte do teatro como meio de religação com os antepassados.

Escrito por Nelson de Sá às 08h00

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Soltando os cachorros/Não sou feliz, mas tenho marido

Em meio ao surto de peças sobre crise de classe média no teatro paulistano, que se repete a cada ano mas desta vez avança por áreas antes alternativas, "Soltando os cachorros" tem a singularidade, para começar, de partir de Hilda Hilst, Marisa Raja Gabaglia e Cassandra Rios, não Maria Adelaide Amaral.

Décadas atrás, eram três nomes que ecoavam escândalo, promiscuidade ou coisa que o valha. Daí os "cachorros" do título.

Marisa havia sido mulher e escreveu sobre Hosmany Ramos, que começou cirurgião plástico de celebridades e acabou homicida. Cassandra escrevia pornografia, pelo que eu ouvia então, adolescente. Mas só conheço um pouco mais de Hilda, a mais estabelecida das três e hoje sempre nos palcos, em obras cortantes.

Pelo espetáculo em cartaz no Sesc Paulista, que costura palavras das três, elas não estavam em níveis muito diversos. E eram todas, afinal de contas, "malditas".

Inusitadamente, suas palavras hoje soam quase pudicas, quando antes assustavam ou causavam revolta. Não falta sequer uma certa ingenuidade, mesclada às expressões em desuso.

O efeito é, em muitos momentos, delicioso, em especial pelo envolvimento das três atrizes. Não é de hoje que Lavínia Pannunzio encanta, longilínea, insinuante, aqui num jogo entre lúdico e amadurecido com Letícia Teixeira e Lílian de Lima.

Mais uma vez, não consigo ou não quero me identificar com aquela busca, mas acompanho bem e até reconheço.

Na mesma direção, mas com texto que vaza inteiramente para o besteirol, "Não sou feliz, mas tenho marido", no teatro Procópio Ferreira, nos Jardins, vale antes de mais nada pelo talento cômico de Zezé Polessa.

Também aqui se trata de classe média e sexo ou, melhor, de um casamento. Mas os clichês são em proporção avassaladora, sem qualquer busca em desvendar coisa alguma.

O fim é unicamente divertir, brincar, o que Zezé faz tão bem, em ritmo certamente desenvolvido pelos dois anos de grande público, mais preparação corporal de Deborah Colker, mais direção de arte de Grindo Cardia, mais figurino de Alexandre Herchcovitch, que nem parece monólogo.

Escrito por Nelson de Sá às 18h58

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O homem da tarja preta

Estava temeroso de assistir a "O homem da tarja preta". Contardo Calligaris havia visto minha montagem de "4.48 Psicose" e dispensado Sarah Kane, maior autora de sua geração, como melodramática ou coisa menor, em suposto contraste com a tragédia do Oficina.

Por outro lado, eu havia lido que "Homem" partia de uma cena ecoada de "Closer", de Patrick Marber, da mesma geração, mas este sim dramaturgo de menor alcance _ainda que eu goste de sua escrita pop, nascida da franja "stand up" de Londres, onde ele reinou até partir para a dramaturgia.

A cena, um homem diante de um computador se fazendo passar por mulher em uma sala de chat, poderia ser a própria definição de "golpe de teatro", coisa que, com o tempo, vim a abominar em teatro.

Mau começo, pensava eu, também temeroso do monólogo, gênero limitado de teatro, na minha experiência. Mas lá fui, dias atrás, sete da noite de uma quinta-feira, ao auditório instalado no Conjunto Nacional.

E o espetáculo, para meu espanto, funciona.

Em parte, é pelo imenso talento de Ricardo Bittencourt para o texto não originalmente dramático, que marcou Zé Celso e tantos outros quando ele ainda era um de Los Catedrásticos, uma década atrás. Em parte, é pela genialidade de Bete Coelho em desvendar verdade e vida nas construções mais racionais, como desenvolveu com Gerald Thomas.

Mas o certo é que também Contardo está lá e é teatro. Mais para a metade final, "Homem" vai perdendo um pouco o viço, como se não soubesse para onde levar o público, mas até então funciona.

Não consigo ou não quero me identificar com toda aquela busca masculina, pequeno-burguesa, elite branca, mas é prazeroso seguir jogo de raciocínio tão bem armado, encenado, representado.

Ajuda também a ver ou rever um lado de Ricardo que andava oculto no Oficina. E reencontra Bete e o teatro.

Escrito por Nelson de Sá às 18h50

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Dona Flor e seus dois maridos

Texto Jorge Amado

Direção Pedro Vasconcelos

Assistente de Direção Ana Paula Bouzas

Direção Musical Bruno Marques

Elenco: Carol Castro, Marcelo Faria, Duda Ribeiro, Ana Paula Bouzas,

Marcello Gonçalves, Elvira Helena, Carlos André Faria, Carolina Freitas,

Nelito Reis, Daniely Stenzel, Ewe Pamplona, Fabio Nascimento, Lisieux Maia,

Luana Xavier e Marco Bravo

Cenografia e Figurinos Ronald Teixeira

Iluminação Luciano Xavier

Teatro da Faap - SP

Sextas e Sábados 21h Domingos 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h04

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Os cantos do hotel

Baseado nos poemas de Federico García Lorca


Direção e Iluminação Ivan Feijó



Assistência de Direção Renata Lamonega

Hotel Green Garden Company

Atores Dandara Monteiro, Fernanda Bello,

Guilherme Rodio, Henrique Sverner, João Hannuch,

Larissa Vieira, Marina Patari e Sabrina Orthmann




Teatro O Inflamável


Hoje 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h34

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Shirley Valentine

Texto Willy Russel

Atriz Betty Faria

Direção Guilherme Leme


Iluminação Wagner Freire


Cenários Aurora dos Campos


Figurinos Tatiana Brescia


Centro Cultural Banco do Brasil - SP

Quintas, Sextas e Sábados 19h30 Domingos 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h51

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Texto Letizia Russo


Direção Alvise Camozzi


Ator João Miguel


Cenografia Laura Vinci


Figurino Marina Reis


Iluminação Alessandra Domingues

Sesc Avenida Paulista -SP

Sextas, Sábados e Domingos 20h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h25

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Soltando os cachorros

Textos Cassandra Rios, Hilda Hilst e Marisa Raja Gabaglia


Direção Angela Barros

Atrizes Lavinia Pannunzio, Letícia Teixeira e Lilian de Lima

Cenário Vera Oliveira

Figurinos Cássio Brasil


Iluminação Domingos Quintiliano


SESC Avenida Paulista

Quartas e Quintas 20h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h58

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Terça Insana - Relações Humanas

Em 2009 faz 30 anos da primeira vez que eu vi Agnes Zuliani num palco. Não recordo bem se foi no Caoc, o centro acadêmico da Pinheiros, ou no pavilhão em obras do Congresso de Reconstrução da UNE, na Bahia.

Ela era do grupo de teatro da UEE e também do MEP, o Movimento de Emancipação do Proletariado. Eu era massa de manobra, como se dizia então, do Partido Comunista do Brasil. Éramos jovens demais, socialistas, revolucionários.

Quando a reencontrei e nos tornamos amigos, oito anos depois, ela fazia Lee Strasberg, dava seus primeiros passos no stand-up e era garçonete no Village. Acabamos morando no mesmo prédio, em Tudor City.

Mais uns oito anos e ela foi ao lançamento da minha coletânea de críticas no jornal, com as quais nem sempre concordava, se bem me lembro. Improvisou um stand-up que encantou Zé Celso, aquela noite.

E uma semana atrás Agnes estava em Curitiba, diante de 2.400 pessoas, trêmula ao ser chamada para o encerramento tradicional da Terça Insana, ao lado de Grace Gianoukas, Roberto Camargo, Guilherme Uzeda.

Dias antes, na última terça-feira de março, eu estava uma vez mais no Avenida e assisti a uma das melhores apresentação das tantas que já acompanhei dela, dentro e fora do espetáculo há tempos em cartaz.

Mais do que em outras vezes, os trocadilhos com palavras, no caso pé, de pé-na-bunda e vários outros, fizeram inteiro sentido. E era tudo da personagem mas era tudo dela também, impiedosa consigo mesma.

Escrito por Nelson de Sá às 15h31

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Fotografia de Palco - Lançamento no Rio de Janeiro hoje

Livraria da Travessa/Leblon

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h58

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Maria Stuart

Texto Friedrich Schiller

Direção Antonio Gilberto

Atores Julia Lemmertz, Clarice Niskier, Ednei Giovenazzi,

Amelia Bittencourt, André Corrêa, Clemente Viscaino,

Guilherme Bernardy, Henrique Pagnoncelli, Mario Borges,

Mauricio Silveira, Mauricio Souza Lima, Pedro Osorio,

Renato Linhares, Silvio Kaviski e Thiago Hausen

Direção de Arte e Cenografia Helio Eichbauer

Figurinos Marcelo Pies

Iluminação Tomás Ribas

Centro Cultural Banco do Brasil - RJ

Quarta a Domingo às 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 23h28

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Sin sangre

Texto Alessandro Barícco


Direção Juan Carlos Zagal


Atores Laura Pizarro, Juan Carlos Zagal, Diego Fontecilla,

Ernesto Anacona e Etiene Bobenrieth


Cenários Rodrigo Bazáes, Cristian Reyes e Cristian Mayorga


Figurinos Loreto Monsalve


Compañia Teatro Cinema

Sesc Vila Mariana - SP

Sexta e Sábado 21h Domingo 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h02

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Por um Fio

Texto Drauzio Varella

Direção Moacir Chaves

Atores Regina Braga e Rodolfo Vaz

Cenário J.C. Serroni

Iluminação Aurélio di Simoni

Teatro Sesc Anchieta - SP

Estréia 02/04/09  

21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h51

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PERFIL

Lenise Pinheiro Blog de teatro com textos e fotografias de peças em cartaz ou por estrear. Montagens antigas, ensaios, indicações e vivências e experimentos. Eventuais visitas a salas de teatro, e suas respectivas companhias. Coberturas de Festivais de Teatro, apontamentos com novidades e curiosidades em torno do tema.

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