Cacilda
 

El dia que me quieras

Texto José Inácio Cabrujas

Direção Marco Antonio Rodrigues

Com o Grupo Folias

Galpão do Folias - SP

Sábado 21h e Domingo 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h16

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Rainha[(s)] - Duas atrizes em busca de um coração

Texto Schiller

Dramaturgia Isabel Teixeira, Georgette Fadel e Cibele Forjaz

Direção Cibele Forjaz

Atrizes Georgette Fadel

e Isabel Teixeira

Unidade Provisória Sesc Paulista - SP

Sextas, Sábados e Domingos 20h30

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h18

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50 ANOS da Ilustrada

O Cacilda Blog de Teatro comemora!!

Espetáculos

O caderno Rosa de Lory Lambe com Iara Jamra

Cacilda! com Leona Cavalli

Vida, névoa, nada com Bete Coelho

Apocalipse 1.11 com Mariana Lima

Fragmentos Troianos com Gabriela Flôres e Sabrina Greve

Da Gaivota com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres

Salve Rainhas!

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h14

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Arrufos

Daquela primeira peça de seis anos atrás, no prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na rua Maranhão, para esta que encerra temporada na Vila Maria Zélia, no Brás, o que primeiro salta aos olhos é que o diretor e guia Luiz Fernando Marques não é mais nenhum menino.

Antes pedia, tímido e sem jeito, um estudante, mas já queria então dirigir também o público. Agora ordena e conduz firme, com uma frieza de quem sabe o que faz, seguro da beleza do que vai apresentar.

Da mesma forma, também as atrizes Janaína Leite, Juliana Sanches e Sara Antunes estão hoje muito distantes da insegurança que escondiam, pelo que me recordo, na demência de seus personagens em "Hysteria".

Antes eram virginais até quando queriam parecer devassas, agora são irônicas, inteligentes e de sensualidade sem desculpas. Juliana Sanches se revela grávida, a certa altura, mas nem assim menos arrojada em movimentos e improviso.

E "Arrufos" se mostra uma experiência ainda mais envolvente do que foi a primeira peça, que consagrou o grupo XIX de teatro, surgido, pelo que me contava então o Valmir Santos, debaixo das asas de Antonio Araújo, mas desde logo com caminho próprio.

A dramaturgia e toda a mise-en-scène parecem vir, não propriamente de criação coletiva, mas da colagem que atores e atrizes realizaram de palavras e imagens sobre o amor, como indica o livro de criação que o público é levado a conhecer, no final da apresentação.

Da mesma maneira, não se prendem mais ao século 19, ainda que permaneça o viés histórico. Não deixa de ser um alívio ver a companhia se livrar de uma amarra formal, ainda que mantenha outras, como a obsessão com casais e a recusa da solidão.

Também a música de Gustavo Kurlat, para quem só conhecia o primeiro e silencioso espetáculo, é uma prazerosa libertação. Como o prédio da Vila Maria Zélia ou os figurinos e objetos de cena, ela se integra graciosamente.

Dos atores, guardei especialmente a petulância da juventude de Rodolfo Sanches, mas estavam todos comandantes de suas ações. Das atrizes, não tem jeito, a beleza tão estranha de Janaína Leite, mistura de ironia com tristeza, é a imagem que mais retorna.

O impacto da Vila Maria Zélia é também especial. Já havia lido a peça que Paulo Emílio Salles Gomes escreveu e apresentou no presídio da velha fábrica, ali ao lado, em 1936. E sabia que a primeira vila operária da cidade havia nascido com a grande greve de 1917.

Mas o lugar é bem mais do que sua história, seu traçado de ruas ou seu casario decadente. As ruelas, quando cheguei, estavam cheias de crianças brincando, saídas das casas hoje modificadas, mas não menos familiares. Cadeiras na calçada, mães conversando, o crepúsculo.

Lembrei não apenas da cidade do interior onde cresci, mas dos meus primeiros anos em São Paulo, três décadas atrás, no Bexiga que ainda parecia tão familiar, uma feliz comunidade. Ainda é, mas em grau menor, sufocado pelo desejo paulistano de destruição.

De certa maneira, a residência do grupo XIX de teatro na Vila Maria Zélia me parece o ápice de um projeto de teatro que misturou o trabalho em grupo com a vivência na cidade, em sua arquitetura mais bela e abandonada. Que passou pelo fomento e foi abraçado, no caso, pela Petrobras.

Cheguei a pensar algum tempo atrás que tal projeto, não da companhia, mas de décadas do teatro paulistano, poderia terminar. Mas ele não depende de ninguém, nem de seus supostos donos. Foi o que vislumbrei melhor na peça de Luiz Fernando Marques.

Escrito por Nelson de Sá às 23h58

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Noite de Reis - Leitura Dramática

Texto William Shakespeare

Direção Amir Haddad

Diretora Assistente Maria Thais

Elenco Dalton Vigh, Maurício Marques, Edgar Bustamante, Jairo Mattos,

Leopoldo Pacheco, Virgínia Buckowski, Alinne Moraes, Haylton Farias,

Luiz Aráujo, Eloy Nunes, Lucas Barbudiani e Pedro Schwaraz

Mosteiro de São Bento - Salão Monástico

Hoje às 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h20

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Calígula

Texto Albert Camus

Direção Gabriel Villela

Cenários J.C.Serroni

Elenco Magaly Biff, Thiago Lacerda, Pascoal da Conceição,Rodrigo

Fregnan, Pedro Henrique Moutinho, Jorge Emil e Ando Camargo

Detalhes de uma sequência

Teatro Paulo Autran - Sesc Pinheiros - SP

Sextas e Sábados 21h30 Domingos 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h26

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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