Teatro Castelo Rá-Tim-Bum
Texto Flávio de Souza

Diretora Artística Mira Haar

Maestro Miguel Briamonte
Ator Cássio Scapin


Teatro Abril - SP
Estréia Hoje
Escrito por Lenise Pinheiro às 11h37
Liv Ullmann em São Paulo
Hoje na Cinemateca

A atriz, que já interpretou Ofélia, Julieta, Joana D'Arc e a Nora de
A Casa de Bonecas de Henrik Ibsen no teatro,
dirige Cate Blanchett no papel de Blanche Dubois em
Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams.
O plano inicial das duas atrizes era o cinema, mas
a vontade de fazer teatro chegou primeiro.

A atriz convidou duas vezes, em público, a atriz Karin Rodrigues
para montarem juntas Sonata de Outono, aqui no Brasil.
Oba!

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h20
Mostra Sesc de Artes 2008
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(ddi 55 ddd 11)
É só ligar.
A Mostra vem até vc!
Escrito por Lenise Pinheiro às 16h50
Por outro lado
De Paula Nogueira, do Rio:
_ "... a última esperança de política cultural neste governo Lula"?! Você está completamente ignorante sobre a gestão de Celso Frateschi! Política cultural se constrói baseada em diálogo com classe artística e servidores! Sou servidora da Funarte há 29 anos e nunca vivi uma atmosfera de tamanha intimidação, centralização, burocratização e de paralisia institucional! A falta de diálogo com servidores e artistas, desde o início da gestão Celso Frateschi/Pedro Braz, e o desconhecimento do funcionamento da Casa e dos projetos em andamento provocaram a desarticulação e descaracterização total de vários projetos de sucesso (um deles o caso emblemático do Projeto Pixinguinha). Os "barnabés", que trabalham por amor à Cultura com um salário de merda, decidiram em assembléia se manifestar contra os abusos sofridos e apresentar ao ministro seu descontentamento com a pior gestão da Funarte em seus 32 anos!!!
Escrito por Nelson de Sá às 00h51
Celso Frateschi
Tanto fizeram a Globo, que fomentou nova denúncia, os próprios funcionários e outros tantos que Celso Frateschi não aguentou mais e deixou a Funarte. E termina assim, num golpe de teatro, a última esperança de política cultural neste governo Lula.
Nem fomento nem nada. Não vai além de um amontoado de interesses para lá e para cá. Nas palavras do ator:
_ No momento em que se caracterizou uma série de eventos _ e você sabe que, em política, não existe coincidência _ você percebe que estão armando _ e eu, sinceramente, não estou aqui para disputar cargos, não é a minha praia.
Que os barnabés se locupletem. Celso Frateschi volta à cena.
PS - Sergio de Carvalho, sobre o episódio:
_ Celso Frateschi pagou o preço de se confrontar com a inércia privatista que movia a Funarte. De um lado, se indispôs com o baixo clero do teatro comercial do Rio, que fazia da entidade o seu quintal. De outro lado, não teve o apoio do movimento de teatro de grupo, por despolitização deste.
Faltou só incluir Juca Ferreira, o ministro.
Escrito por Nelson de Sá às 03h13
Phaedra's Love
Entrei na fila de "Phaedra's Love", no Centro Cultural, com alguma angústia. As outras eram longas filas. A nossa, dos devotos de Sarah, era menor e me parecia carregada de seres mais ou menos singulares, para não dizer esquisitos.
À distância, esperando para entrar em outra sala, vislumbrei Valmir Santos e corri até ele. Não havia mesmo chance de "Phaedra's Love" lotar. Rimos como sempre, eu e Valmir. Perguntei e ele contou que escreveu uma crítica para a "Bravo", está para sair.
Deve ser novidade para muita gente, para mim também, Valmir como crítico, ele que está para terminar o mestrado. Escrevia para um pequeno jornal do interior quando nos conhecemos, quase duas décadas atrás, mas lembro pouco dos textos. Ele prometeu postar algum dia aquelas críticas, de São Paulo, festival de Curitiba.
Voltei à minha fila e à minha má consciência. Passaram-se cinco anos da nossa montagem de "4.48" e já não sinto Sarah Kane tão próxima. E não gosto nada da morbidez que cercou sua obra.
Mas lá estava eu para ver uma montagem de sua versão para Hipólito que, dizia o jornal, é parte de alguma programação lembrando os dez anos do suicídio. Eu mesmo me sentia um bocado mórbido, como se estivesse ali para algum tipo de missa.
Mas começou a apresentação da corajosa encenação de Ricardo Gali e a memória de como ela escrevia bem para o palco foi apagando a impressão ruim. Palavra nenhuma é gratuita e está ali para preencher tempo. Os conflitos não têm parada, acumulam-se sem tomar fôlego. As imagens de choque, que a companhia abraça sem constrangimento, tornam o mal-estar quase incontrolável.
E sempre, sempre a demonstração do amor através da carne, o desespero da materialização do amor, como em Artaud, sem nada mais aceitar ou respeitar. Radical, violentamente romântica. No final, o público sem fôlego, atônito, demorou a aplaudir.
Sarah Kane nada perdeu de seu impacto, talvez jamais venha a perder. Mas a vinculação da obra com sua biografia, nas cinco peças e também no único roteiro, é incontornável. Fico pensando se ela não antecipou a dramaturgia "testemunhal", de "reportagem", que predominou nesta última década. Afinal, com mais ou menos metáforas de grande apuro formal, as cinco peças são testemunhais.
Ainda há pouco, no festival de Edimburgo, ecoou uma montagem polonesa de "4.48" em que a personagem destacada não era outra senão ela própria, até fisicamente, pelos relatos.
Mas em sua Londres, qualquer que seja a razão, as peças são pouco encenadas. Gosto de desculpar lembrando que Shakespeare também andou fora de moda e esquecido após a morte. E sei que sua dramaturgia, mais do que "in-yer-face" como dizem até hoje, é antes jacobina ou elizabetana, das primeiras tragédias shakespearianas.
Os ingleses ainda vão reencontrar sua grande autora de fim de século, para além da maldição do suicídio. Espero estar lá para ver, até porque minha maior expectativa é quanto ao dia em que alguma atriz ou companhia vai usar Sarah Kane para refletir outro tempo, seu tempo, como em Shakespeare.
Escrito por Nelson de Sá às 23h41
A Maçonaria do Silêncio
Texto e Direção Eduardo Ruiz
Atrizes Almara Mendes, Gisele Valeri, Mirella Tronkos e
Roberta Alonso







Viga Espaço Cênico - SP
Terças e Quartas às 21h
Escrito por Lenise Pinheiro às 10h12
Homem Cavalo & Sociedade Anônima
Texto Criação Coletiva

Direção Andressa Ferrarezi


Assistente de Direção Luciano Carvalho
Elenco Daniela Giampietro, Maria Carolina Dressler, Nei Gomes,
Osvaldo Hortencio, Osvaldo Pinheiro e Sandra Santana










Companhia Estável de Teatro
Arsenal da Esperança - SP
Sábados e Domingos às 19h
Escrito por Lenise Pinheiro às 08h34


