Cacilda
 

Senhora dos Afogados

Texto Nelson Rodrigues

Direção José Henrique de Paula

Direção Musical Fernanda Maia

Elenco D. Eduarda - Einat Falbel, Misael - João Bourbonnais,

Avó/Dona do Bordel - Lourdes Giglioti, Moema - Marcella Piccin,

Noivo - Marcelo Góes, Paulo - Thiago Carreira, Sabiá - Alexandre Meirelles,

Vendedor de Pentes - Elber Marques, Vizinhos - Diana Troper,

Fábio Redkowicz, Paulo Bueno e Thiago Ledler

Mulheres do Cais Bárbara Bonnie, Bibi Piragibe, Carol Fioratti,

Claudia Miranda, Ci Teixeira, Karin Ogazon, Kelly Klein, Maíra Gomes e

Patrícia Vieira

Teatro do Centro da Terra - SP

Hoje - Sábado às 21h e Domingo às 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h50

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Depois do começo do mundo

Texto e Direção Hamilton Vaz Pereira

Atores Hamilton Vaz Pereira, Lena Brito,

Maria Ribeiro e Gilberto Gawronski

Sesc Ipiranga - SP

Dias 02 e 03 de outubro às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 20h58

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Alice

Queria continuar escrevendo, como num balanço, sobre o que resultou da dramaturgia de grupo desenvolvida na última década e meia, em São Paulo. E retornei depois de muito tempo ao Célia Helena, na Liberdade, para ver "As Três Graças", escrita por Luis Alberto de Abreu.

O domínio da carpintaria; a inteligência no diálogo, na montagem profundamente popular, sem afetação, de Ednaldo Freire; o público tamanho que passei parte da apresentação em pé. Mas é como se eu nada tivesse a acrescentar, àquele trabalho já tão forte e estabelecido.

E uma aluna de Abreu e também de Antonio Araújo em Santo André me prendeu no meio do caminho, em casa. Assinei há pouco a HBO e numa noite qualquer da semana passada, sem saber do que se tratava, alheio que ando à propaganda cultural, dei com Andréia Horta em "Alice".

Não me lembro dela em "BR3" ou em qualquer outra peça que tenha visto em São Paulo, nos últimos anos. (Da mesma maneira, imagino, como só fui encontrar Hermila Guedes no palco depois de vê-la, tão linda, pelos olhos do mesmo Karim Aïnouz em "O Céu de Suely".)

Foi como estar diante de uma pequena jóia. Fui descobrir depois que já questionaram a série por um certo alheamento da protagonista e até por idealizar a cidade de São Paulo. Da minha parte, só consegui criticar que um passeio pela Juscelino prosseguiu pela Paulista ou vice-versa.

De tudo a que já assisti em televisão, de ficção nacional, "Alice" é a melhor coisa. É incomparável a qualquer novela, minissérie, especial, enfim, às fraudes corriqueiras da televisão brasileira. Também parece estar em outra liga em relação às séries nacionais recentes da TV paga.

Daí o entusiasmo. Foi como vislumbrar o que poderia ser a televisão no Brasil, sem os vícios de décadas _e com uma busca de verdade comparável àquela realizada pelo teatro paulistano nesta última década e meia. Não à toa, as pontes com o palco não se limitam à atriz e vão de Fernando Bonassi no roteiro a Dionísio Neto em cena de bacanal.

Não me sinto capacitado para escrever sobre séries, sua dramaturgia e história. Mas arrisco que a HBO pode estar desenvolvendo ou descobrindo em "Alice" uma ficção nacional, adaptada do modelo dramático americano, que poderia se sobrepor enfim ao folhetim.

É evidente que não vai, até porque a razão de ser da novela é seu baixo custo industrial, desde o rádio _e o custo da série é imenso. Mas pode indicar um caminho alternativo às fábricas de horrores de Globo e Record no Rio, que talvez expliquem, aliás, a esqualidez do próprio teatro no Rio.

Na trajetória de Alice naquele primeiro episódio, de tamanha entrega física e desapego, vislumbrei o próprio teatro recente de São Paulo, das obsessões urbanas do Oficina, do Vertigem, dos Satyros. Aquela mesma carne que resiste no meio de cimento, asfalto, da falta de cor.

Que até gosta, parece, de estar ali, de escorrer sangue e vida naquele amontoado de pedra e nada, evocando Artaud. Alice, a personagem, lembra muito Suely, é tão apaixonante como ela e igualmente corajosa, em figura tão frágil. No teatro, seria uma máscara de tragédia.

Escrito por Nelson de Sá às 23h25

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Os Cafajestes

Texto Aninha Franco

Direção Fernando Guerreiro

Atores Fábio Lago, Juan Alba, Leo Jaime e Osvaldo Mil

Teatro das Artes - RJ  Segundas e Terças às 21h

Teatro Procópio Ferreira - SP Quintas às 21h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h55

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Os Meninos e as Pedras

Texto Antônio Rogério Toscano

Direção Juliana Monteiro

Atores Cecília Schuman, Judson Cabral, Luiz Gustavo Jahjah

e Tatiana Caltabiano

Teatro Coletivo Fábrica - SP

Última apresentação Hoje às 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 14h12

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As Três Graças

Texto Luís Alberto de Abreu

Direção Ednaldo Freire

 

Atores Aiman Hammoud, Edgar Campos, Fernando Paz,

Isadora Petrin, Luciana Viacava, Márcia de Oliveira,

Marcio Castro e Mirtes Nogueira

Teatro Célia Helena - SP

Última apresentação hoje às 19h

Próxima temporada no Teatro Paulo Eiró em outubro

Escrito por Lenise Pinheiro às 14h11

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Sonho de uma Noite de Verão

Texto William Shakespeare

Direção Hector Lopez Girondo

Atores: Andreza Domingues, Cristiana Gimenes, Fábio Parpinelli,

Gustavo Martins, Lanna Moura, Márcia Nunes, Neto Medeiros,

Péricles Raggio e Wagner Dutra Sobrinho

Teatro Sesi Leopoldina - SP

Última apresentação hoje às 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 14h11

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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