Cacilda
 

Tapa na Pantera - Na Íntegra

Autora Maria Alice Vergueiro

Uma autobiografia não-autorizada

Editora Ficções

"Primeiro nós vivemos nossa juventude, em seguida nossa juventude vive em nós"

Lou Andreas-Salomé (pág. 11)

Lançamento no Centro Cultural São Paulo - SP

Hoje às 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h24

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A Terceira Margem do Rio

Texto Guimarães Rosa

Direção Henrique Rodovalho

Ator Guido Campos Correa

Teatro Sesc Santo André - Gde SP

Sábado 20h e Domingo 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h43

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Oito a Zero

Texto Pedro Garrafa e Ricardo Sawaya 

Direção Pedro Garrafa

Atores Alexandre Freitas, Carol Ferretti, Lucianpo Gatti,

Marco Aurélio Campos, Paulo Coronato, Ricardo Sawaya,

Sérgio Ruffino e Thiago Adorno

Figurinos Paula di Paoli

Teatro União Cultural - SP

Sextas às 21h30, Sábados às 21h e Domingos às 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h03

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O Mistério de Irma Vap

Texto Charles Ludlam

Direção Marília Pêra

Direção de Cena Ney Mandarino

Atores Cássio Scapin e Marcelo Médici

Cenário e Figurinos Fábio Namatame

Teatro Shopping Frei Caneca - SP

Quintas e Sextas às 21h30 Sábados às 21h Domingos às 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h55

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7 peças, de novo

Comecei a desconfiar que havia mais de dramaturgo em Sérgio de Carvalho do que eu pensava quando conheci uma versão sua para o mais célebre solilóquio de Hamlet. Naquele ponto especial, na tradução para o Oficina, a nossa solução sempre me incomodou.

E Sérgio, não me lembro exatamente para que trabalho seu, anos depois, apareceu com "ser ou não ser/é a questão". Pode parecer pouco, mas não para mim. Achei exato, redondo, aquilo que eu gostaria de ter oferecido a Zé Celso e não veio à cabeça na época.

Quando leio as peças agora, do que a edição chama de Imagens do Brasil, é a mesma precisão, a um só tempo rigorosa e suave, sem arestas. Como na representação de Gustavo Bayer, que tanto me impressionava de início, ou de Otávio Martins.

São diálogos lapidados, em que a imperfeição, se existe, foi atenuada. Ajuda para tal sensação, é claro, a opção de época feita pela companhia, pois não se trata de um só autor, mas ele e Mário Marciano e ainda todos os elencos que colaboraram.

Evaldo Cabral de Melo e Luiz Felipe de Alencastro parecem muito mais presentes aqui, de fato, do que Bertolt Brecht ou Heiner Mueller. E com eles uma certa heráldica se espalha por "O Nome do Sujeito" e "Auto dos bons tratos", em conexão bastante incômoda com o armorialismo de Ariano Suassuna.

Incômoda porque, embora tenha me embevecido com "O Santo e a Porca" e todo o resto, sempre vislumbrei uma certa má consciência naquelas comédias tão distantes, acreditava eu, da vivência de seu criador.

Mas não é assim com a Companhia do Latão e sua criação coletiva, a partir da sala de ensaios, em vários dos textos. Quando a contradição se apresenta, ela pode ser e aparentemente é incorporada e explorada para o bem da cena.

Mas os vícios "cordiais" daquele velho e distante Brasil, tanto quanto denunciados, me soam também evocados com nostalgia, como em Suassuna ou Gilberto Freyre ou até em boa parte de Euclydes da Cunha, por maior que seja a polifonia neste último.

Nostalgia que eu mesmo sinto ao ler e me deixar levar pela oratória do padre Antonio Vieira ou pelo drama do padre José de Anchieta, capazes ambos de monstruosidades de preconceito e intolerância.

Daí preferir agora "O Mercado do Gozo", uma das Cenas da Mercantilização, outra divisão de "7 peças". Não se trata mais de coisa distante, mas por aqui, da cidade feia e enjeitada, sem fim e com uns seres perambulando pelas ruas sem cor.

Obviamente, ao menos para mim, remete a Oswald de Andrade, foco de estudo do diretor mas estranhamente sem presença nas referências da companhia ao longo de seus mais de dez anos. Também "A comédia do trabalho" ecoa Oswald, de novo, ao menos para mim.

É quando a derrisão oswaldiana _ou talvez muelleriana_ se revela mais. E quando o controle das arestas se perde um pouco, na aparência que seja. Melhor que isso, só a versão recente e tão marcante de "O Círculo de Giz Caucasiano".

Escrito por Nelson de Sá às 22h55

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Trieiros

Dramaturgia Doró Cross Silva e Regina Galdino

Direção Regina Galdino

Atrizes Doró Cross Silva, Juçara Morais, Soraya Saide e

a sanfoneira Duda Maya

Viga Espaço Cênico - SP

Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 19h 

(últimas apresentações dessa temporada)

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h40

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Teatro Inflamável

Teatro de Dionisio Neto

Martha Nowill, Luciana Caruso, Maria Manoella, Gustavo Machado com

o Fotografia de Palco nas mãos

e o Dionisio Neto. Ouro!

Abertura Hoje.

Horas????

Já começaram os trabalhos!

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h06

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Aos ossos que tanto doem no inverno

Texto Sergio Mello

Direção Soledad Yunge

Atores Mario Bortolotto e Nelson Peres

Espaço dos Satyros 1 - SP

Domingo às 19h

(última apresentação dessa temporada)

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h00

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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