Insônia
Le Plat du Jour
Atrizes: Carla Candiotto

e Alexandra Golik


Teatro Imprensa - SP
Quartas e quintas às 21h
Escrito por Lenise Pinheiro às 10h20
Nossa Vida Não Vale um Chevrolet
Texto e direção Mário Bortolotto
Atores Fernanda D'Umbra, Helena Cerello (óculos escuros),
Gabriel Pinheiro, Jiddú Pinheiro, Mario Bortolotto,
Paulo Jordão e...





... Laerte Melo

Espaço dos Parlapatões - SP
Hoje à meia-noite
Escrito por Lenise Pinheiro às 10h16
Lançamento Fotografia de Palco na Bienal do Livro
A palavra teatro é composta das duas palavras gregas
"theos" (Deus) e "iatros" (Médico) e significava originalmente
"um lugar onde se é curado mediante encontro com o divino".
Esse pensamento de Rüdiger Dahlke é recorrente em minha vida.
Hoje, 25 anos depois, meu primeiro livro publicado.

Contei com o luxuoso apoio dos pandeiros do
Prof. Danilo Santos de Miranda,
do Walter Macedo e da Isabel Alexandre.
Somada à batucada do Tuca e do Adalberto da Editora Senac,
da Leda e do Flávio do Laboratório Phototecpress.
Muito obrigada a todos vcs!
Escrito por Lenise Pinheiro às 12h37
Fotografia de Palco - 25 anos
Editora Senac e Sesc Edições
Lançamento na Bienal do Livro. Estande do SESC.

AMANHÃ, dia 20, às 20h.
Escrito por Lenise Pinheiro às 10h13
De Chevrolet a Opala
Já sabia pelo blog que Mario Bortolotto havia renegado a produção ou quase, afastando-se do que foi parar na tela, mas não conseguia compreender por quê. Como "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" voltou ao cartaz pouco antes de estrear o filme, fui a campo comparar, até porque tento entender há tempos o que afasta tanto o teatro e o cinema por aqui, desde sempre.A primeira e crucial diferença salta aos olhos quase imediatamente.
O filme transforma os três irmãos, a irmã e o pai em vítimas. De "imperdoáveis" na peça eles passam a "mocinhos" no filme. E contra um "bandido" que, tornado monstruoso, não manipulador, mas um assassino, estuprador, o diabo, deixa as coxias onde passa a maior parte da peça para se arrogar em protagonista do filme.
Como em quase toda produção brasileira com viés urbano e pop, ao menos aquelas que pude ver, "Nossa Vida Não Cabe num Opala" se cerca de periferia, mas parece tirar seu maniqueísmo de algum manual hollywoodiano. Vide "Tropa de Elite" e seu ultrapopular e torturador protagonista, que agora corre mundo.
Mas este "Opala" nem é filme de ação, como poderia ser, a partir da peça. Resulta antes num melodrama, que também nem precisaria ser, mas aqui é empobrecedor.
O teatro de Bortolotto, como se sabe, é pleno de imperfeições. Com o tempo, os fios soltos se mostraram característicos de sua dramaturgia, parte da desesperança, do buraco, como em Sam Shepard, ao menos para mim.
Pois o roteiro ou a edição do filme, não sei identificar, une os fios, tenta explicar passagens que seria melhor deixar perdidas. E joga coisas como o estupro, imagino que em alguma referência de cinema nacional, mas cujo efeito é seqüestrar a trama.
Mas basta. É evidente que "Opala" também perde sem os ciclos de sarcasmo e prostração de Fernanda D'Umbra, mas Maria Luisa Mendonça e Maria Manoella se expõem lindamente, no filme. Milhem Cortaz e Léo Medeiros, também.
Vale pelos atores e atrizes, pelas diferenças de suas criações com a do próprio autor-ator em cena _e com a do grande Laerte Mello, melhor nesta encenação do que em tudo o que pude ver dele. Vale também pela passagem singularmente enriquecedora de Gabriel Pinheiro, no mesmo personagem, do palco para a tela.
A sensação é que, de certa maneira, o que salva o filme é o teatro.
Escrito por Nelson de Sá às 01h23
Domingo de Cinzas



A cabine de luz e som.

Atores e Figurinos?



Um espetáculo de oito horas de duração.
Teatro Cultura Artística - SP
Escrito por Lenise Pinheiro às 12h17
Love'n Blembers - Amor sem cenário
Direção e Dramaturgia Georgette Fadel


Elenco Andréa Pita, Daniela Duarte, Felipe Gomes Moreira,
Flavia Melman, Laura Fajngold, Leandro Feigenblatt,
Lu Brites, Luciana Paez, Otavio Dantas, Ravel Cabral,
Thiago Antunes




















Cantora Claudia d'Orei
Iluminação Aline Santini
Teatro Sesc Paulista - 12º andar - SP
Sextas e sábados às 22h
Domingos às 18h
Escrito por Lenise Pinheiro às 10h54

