Cacilda
 

Idiota no país dos Absurdos

Concentração na noite de estréia

Texto Bernard Shaw

Direção e adaptação Domingos Nunez

Cenário André Cortez

Figurinos Marina Reis

Elenco Hélio Cícero

Priscila Jorge, Fausto Franco

Eliseu Parnahos, Sylvia Jatobá, Chico Cardoso,

Márcia Nunez, Xico Abreu, Liv Izar e Julio Cesar Pompeu

Sala Crisantempo

Sex e sáb 21h Dom 20h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h02

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A Coleira de Bóris

Texto Sergio Roveri

Direção Marco Antônio Rodrigues

Atores Nicolas Trevijano e Rafael Losso

Iluminação Carlos Gaúcho

Figurinos Cássio Brasil

Espaço dos Satyros 1 - SP

Sex e sáb 21h e Dom 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h00

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Espaço Cenográfico - 10 ANOS

O trabalho e os nervos eXpostos de

J C Serroni

Rua Theodoro Baina nº39 - SP

 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h05

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Marcelo Médici em

Cada um com seus pobrema

Direção Ricardo Rathsam

Teatro Shopping Frei Caneca - SP

Quintas e Sextas às 21H30

Sábados às 21h e Domingos às 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h04

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Os mestres e os meninos

Não sei quem teve a idéia, neste centenário da imigração, mas buscar Antunes Filho e Zé Celso para expressarem os seus vínculos com a cultura do Japão foi brilhante. Melhor ainda, "Foi Carmen" e "Taniko" nasceram anos antes, nada têm de dependência da efeméride, retratando primordialmente uma ligação que é individual, pessoal.
 
No primeiro caso, de Antunes com Kazuo Ohno, na homenagem ao artista centenário que tanto o influenciou e enlevou. Desde a primeira vez em que entrei na pequena sala de Antunes no Sesc, décadas atrás, lá está a imagem de Ohno, em cena, abençoando. "Foi Carmen" é o presente de aniversário que o diretor levou até ele, há três anos, no Japão.
 
No segundo caso, trata-se do vínculo transcendente de Zé com o irmão Luís Antônio Martinez Corrêa, que traduziu o texto e o encenou. E que, para mim, está presente em cena no eco do amor entre os dois irmãos diretores, nas personagens do mestre e do menino. Amor que se sobrepõe à tradição do rito, até mesmo do teatro.
 
Assisti há mais de dez anos à primeira versão de Zé para "Taniko", peça em que Zeami retrata por sua parte, acredito eu, a relação com seu pai e mestre _ambos criadores do Nô, seis séculos atrás. Agora, Zé acresce alguma adaptação para ela se tornar também "o rito do mar", transferindo o cenário para o Kasato Maru e a longa viagem de 1908, trazendo os primeiros imigrantes da grande onda, desde Kobe.
 
Antunes também sublinha a distante ligação com o Japão, em sua peça tão estranha e delicada. Acentua o humor algo brasileiro de Ohno, o que poucos, ao menos por aqui, gostam de vislumbrar nas obras do grande criador do Butô. É uma homenagem aparentemente descompromissada, aberta, mas verdadeiramente emocionante e profunda, de um artista para outro.
 
Em "Taniko", os atores Marcelo Drummond e Sylvia Prado não poderiam estar mais contidos, com seus passos evocando Nô e a elocução de Bossa Nova, nos papéis, tão evidentes hoje, de novos mestres no Oficina. E o menino Ariclenes Barroso, como o Kogata, faz olhar para a frente e ver um Oficina inteiramente diferente, fusão do que começou há meio século como intuição e potência.
 
Em "Foi Carmen", Paula Arruda, a espevitada menina que assiste à Carmen como fã, Emily Sugai, Lee Thalor e Patricia Carvalho também não reproduzem o Butô, antes se inspiram nele para cenas essenciais. É tocante, a ponto de levantar o grande público que foi ao Sesc Anchieta na última terça-feira de frio e trânsito na cidade.

Escrito por Nelson de Sá às 14h22

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A Megera Domada

Texto William Shakespeare

Tradução e Direção Cacá Rosset

Assistente Laura di Marc

Atriz Chistiane Tricerri

Diretor de Cena Alexandre Torres

Cenografia e Figurinos José de Anchieta

Direção Musical Pedro Paulo Bogossian

Iluminação Wagner Freire

Elenco Rubens Caribé, Maureen Miranda, Eduardo Silva, Anderson

Faganello, William Amaral, Gerson Freitas, Paulo Vasconcelos,

Chris Gomes, Gabriela Fontana, Rafaella Caetano, Danuza Cordeiro e

Carola Costa

Músicos Betinho Sodré, Amilcar Rodrigues, Itamar Vidal

e Pedro Paulo Bogossian

Teatro Sérgio Cardoso - SP

Sex 21h30, sáb 21h e Dom 19h

 

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h47

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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