Cacilda
 

Amargo Siciliano

Texto Luigi Pirandello

Direção Eduardo Tolentino de Araújo e Sandra Coverloni

Cenário Flávio Tolezani

Figurinos Lola Tolentino

Iluminação André Canto

 

 
  
 

 

Realização Grupo Tapa

Elenco Maria do Carmo Soares, Patrícia Pichamone, Tony Giusti,

Zé Henrique de Paula, Fernão Lacerda, Malú Bazán e Francisco

Eldo

 

Viga Espaço Cênico - SP

Qui, Sex e Sáb 21h Dom 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h55

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A Serpente

Texto Nelson Rodrigues

Direção Yara de Novaes

Atrizes Cynthia e Débora Falabella

TUCA - SP

Sex e sáb 21h Dom 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h31

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Encenado na Íntegra

Devoção  de Marah Descartes ao Teatro e a São Genésio

No Coletivo Fábrica

Primeiro Amor

Texto Samuel Beckett

Direção Georgette Fadel

Quintas 21h

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h41

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Bem de longe um bolero

Texto João Fabio Cabral

Direção Régis Trovão Rodrigues

Elenco Gustavo Haddad, Fabiana Carlucci e Sergio Guizé

Figurinos Masculinos Mario Queiroz

E O Thiê""" Muito Obrigada.

Teatro X

Terças às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 18h43

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Sandra Corveloni

Em Contos de Sedução em setembro de 2000

e Órfãos de Jânio em março de 2001

Direção Eduardo Tolentino de Araújo

com o Grupo Tapa.

Escolhida a melhor atriz em Cannes, em Linha de Passe

Personalidade incrível, segundo a diretora Daniela Thomas

OURO!!!! Como diz Zé Celso!

VIVA!!!!!!

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h44

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Sobre Sandra Corveloni

Daniela Thomas e Walter Salles subiram constrangidos, nas fotos, para receber o prêmio de melhor intérprete em nome de Sandra Corveloni, há poucas horas no festival de Cannes. A atriz nem foi à França, estava grávida e perdeu o filho há pouco.

Era "estreante no cinema", contou Salles, segundo as agências. Sua personagem era uma empregada doméstica, mãe dos quatro jovens de periferia paulistana em "Linha de Passe".

Estreante na tela grande, pode ser, mas não no palco paulistano. Quando eu deixava a crítica, quase dez anos atrás, Sandra Corveloni estava estreando como encenadora e já era atriz de qualidade, na montagem que o grupo Tapa chamou de "As Viúvas".

Conseguiu então tirar o melhor de Arthur Azevedo, em três quadros de "farsa, entremez, entreato ou que melhor nome tenha em juízo", segundo o próprio autor.

Ela mesma, Sandra, dividiu o palco com Brian Penido em "Amor por Anexins", célebre primeiro texto de Azevedo, escrito ainda no Maranhão, aos 15 anos. A peça ou "entremez" é dada como a mais encenada na história do teatro brasileiro _e não é nada fácil de pôr em cena, com qualidade profissional, sendo tão juvenil em sua comédia.

Para quem começava, nada mal para a atriz e encenadora. E melhor ainda na direção de atores de "O Oráculo" e "Uma Consulta", as outras duas cenas no Aliança Francesa, onde estreou tanto tempo atrás.

Na interpretação, era o início de quem estabeleceria, ao longo da última década, a segunda geração do Tapa. Na direção ou co-direção, muitas vezes esquecida nos créditos de imprensa, ela segue em cartaz, agora mesmo, com Luigi Pirandello.

Foi Eduardo Tolentino de Araújo quem primeiro vislumbrou a grande artista. Agora, Daniela Thomas e Salles. E finalmente o colega ator Sean Penn, na direção de Cannes. Ouvida minutos atrás pela televisão, sobre o que o prêmio poderá mudar na sua carreira, ela saiu dizendo, antes de mais nada, "não quero deixar o que faço no teatro".

Escrito por Nelson de Sá às 16h58

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A Cadela de Vison

Texto Renato Borghi

Direção Élcio Nogueira Seixas

Elenco Renato Borghi  e Luciana Borghi

Cenário Marcia Moon

Figurinos Caio da Rocha

Sesc Santana - SP

Sáb 21h e Dom 19h

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h40

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ensina-me a viver - Última Semana

Texto Collin Higgins

Direção de João Falcão

Produção Maria Simas

Glória Menezes e Arlindo Lopes encabeçam o elenco prá lá de estelar

Teatro Faap - SP

Sex e Sáb 21h Dom 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 14h22

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Manifesto Antropofágico - 80 anos

 De Oswald de Andrade

Direção Zé Celso

Companhia Uzyna Uzona

Projeções Elaine Cesar

Theo Hari

Banquete e técnica cheios de tempêros

No Sesc Paulista - 3º andar

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h03

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A Noite dos Palhaços Mudos

Autor LAERTE

Roteiro e adaptação La Minima

Direção Alvaro Assad

Elenco Domingos Montagner,

Fernando Sampaio e

Fabio Espósito

Espaço dos Parlapatões - SP

Quintas às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h10

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Querer é phoder

Parece ser o lema de desconhecidos.

Autor Dionísio Neto

Direção Ivan Feijó

elenco Simona Queiroz e Dionísio Neto

Sesc Consolação - 3ºandar

Qua, qui e sex às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h45

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Foi Carmen

Concepção e Direção Antunes Filho

Elenco: Emily Sugai, Lee Thalor, Patrícia Carvalho e Paula Arruda

Sesc Anchieta - SP

Terças às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h17

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O caminho para Meca

Em torno das grandes atrizes reunidas em São Paulo pelo TBC nos anos 40 e 50, três delas já mais ou menos consagradas no Rio, Cacilda Becker, Maria Della Costa e Tonia Carrero, criou-se um folclore que se reproduz até hoje nos relatos dos jovens de então _e hoje senhores diretores e outros. Antes das telenovelas, elas foram por alguns anos como Emilinha Borba, Marlene e as cantoras do rádio.
 
Cacilda sempre foi maior, por razões diversas, entre elas sua politização nos anos 60, mas Maria é a favorita de muitos, pela igual presença em cena e pelo repertório desde cedo aberto à dramaturgia nacional e Brecht, e Tonia estava à frente, na beleza.
 
E havia as jovens, supostamente de maior talento, mais atrizes ou mais modernas em sua interpretação, com destaque para Cleyde Yáconis, a irmã de Cacilda.
 
É o mito que corre até hoje, com todas as fantasias que correm em torno dos mitos. "O caminho para Meca", no teatro Cosipa, no fim da cidade, quase na Imigrantes, permite distinguir em carne e osso um pouco mais da realidade. E Cleyde não decepciona quem vai até lá, atrás da confirmação das lendas.
 
Em frases breves e até frágeis, ela dá humanidade à construção algo grandiloqüente do sul-africano Athol Fugard.
 
Ela faz Helen, a sul-africana branca que diz "não" à comunidade calvinista em que vive e passa a erguer em esculturas seus próprios ícones, voltados para o Oriente, para Meca.
 
Fugard, nascido africâner, católico e branco, retrata nela uma recusa que espelha a sua própria, da sociedade sul-africana, e que é individual e de um artista, mais do que política. É bonita e escrita com complexidade, mas não esconde certa afetação olímpica.
 
Uma afetação que Cleyde, demasiado humana, derruba com palavras e frases expressas quase sem som, mas que a platéia ouve como gritos ou, melhor dizendo, como "one-liners" a desconstruir um discurso. A atriz é engraçada e emocionante, mantém o público atento aos mínimos gestos, é delicada e quebradiça _como requer a personagem_ a ponto de fazer temer por sua saúde, em meio à apresentação.
 
É curioso imaginar como tantas nuances de atuação, tantas sutilezas, se confrontaram com a grandeza retumbante e avassaladora de Cacilda, como descrevem os espectadores sobreviventes de 1955, quando ambas interpretaram Elizabeth e a católica Mary Stuart. Quando a contida Elizabeth de Cleyde assinou a morte da prima e de tudo o que ela representava, na peça de Schiller.
 
 
Ver a deslumbrante exposição de Lenise no mesmo teatro, com mulheres que já dividiram as mesmas personagens, grandes atrizes anteriores e contemporâneas ao TBC como Cleyde e Tonia, Bibi Ferreira e Ruth de Souza, mais as jovens todas, é que leva a viajar em pensamentos assim, no tempo.

Escrito por Nelson de Sá às 13h33

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Escola de Arte Dramática

  EAD - Programação

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h27

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Nathália Noturna

Roteiro Maurício Perussi e Reinaldo Yamada

Direção Maurício Perussi

Realização: Diversões MáquinaMalta

Elenco: Lisani Valente (acima)

Paulo Henrique Alves, Beatriz Miguez,

Marcela Bannitz e Francisco Lauridsen

Escola de Arte Dramática - EAD

Sáb 19h e Dom 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h24

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Por uma vida um pouco menos ordinária

Texto Daniela Pereira de Carvalho

Direção e Cenário Gilberto Gawronski

Elenco Eduardo Moscovis, Liliana Castro e Joelson Medeiros

Espaço dos Parlapatões -SP

Sex e Sáb 24h

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h30

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

O Natimorto -Um Musical Silencioso

Texto de Lourenço Mutarelli

Adaptação e Direção Mario Bortolotto

Elenco: Maria Manoella, Martha Nowill e Nilton Bicudo

Espaço dos Parlapatões

Terças e quartas 21h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h48

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Amigos Ausentes 2

O pequeno palco da Cultura Inglesa, na rua Lacerda Franco, em Pinheiros, foi o primeiro lugar em que vi uma peça da inglesa Caryl Churchill. Era "Cloud Nine", sobre as relações sociais nas antigas colônias inglesas, misturadas com conflitos de gênero e raça. E como era bom aquilo, como era mordaz, cínico, orgulhosamente esquerdista e ao mesmo tempo politicamente incorreto _sem ser desculpa de racista, como acontece ultimamente.
 
(Só depois fui conhecer "Top Girls", sua maior comédia, e desde então imagino uma montagem com "top girls" como Marília Pêra, Bete Coelho, Denise Assunção, Marisa Orth...)
 
Alan Ayckbourn, agora no teatro Cultura Inglesa, não é Caryl Churchill. Está mais para uma versão inglesa, mais espinhosa, menos autocomplacente, mais elaborada, do americano Neil Simon. Sempre gostei de Neil Simon, também. No caso de Ayckbourn, como bem mostra "Amigos Ausentes", Absent Friends, que eu não conhecia, ele retrata com o mesmo cinismo e humor de Churchill a classe média alta inglesa mais tradicional.
 
Seu foco não é o conflito contemporâneo, de sexo, etnia etc., mas aquele de casais, parentes, amigos. As relações se apresentam todas carregadas de amor e recriminação, com uma crueldade sem trégua.
 
Se bem compreendi, o motor que levou a comédia à cena foi o casal de atores Daniel Warren, que estava nos primeiros passos da cena "stand up" paulistana, mas que eu conheço melhor de tanto assistir ao "art attack" no Disney Channel, e Andrea Dupré _ambos muito bem no vaivém emocional dos diálogos de Ayckbourn, em parte, imagino, por serem também os tradutores.
 
Encenada por Nilton Bicudo e Ivan Andrade para o ainda pouco profissional festival da Cultura Inglesa, "Amigos Ausentes", com um banho-de-loja dos cenários e figurinos à iluminação, poderia garantir boa temporada no circuito.
 
 
Uma temporada que "O Mala", The Nerd, de produção comercial, já cumpriu. A farsa do americano Larry Shue, de 1982, veio pouco depois das comédias citadas de Churchill e Ayckbourn, também ganhou projeção antes em Londres, mas é inteiramente outra coisa. É um besteirol na trilha de "O Mistério de Irma Vap", do também americano e contemporâneo Charles Ludlam _e serve, como aquele, antes de tudo ao talento histriônico dos atores.
 
No caso, "O Mala" é José Rubens Chachá, o médico hilariante de "O Doente Imaginário" e outras tantas peças, que andava mais voltado à televisão e ao cinema. Ele faz o espetáculo valer a pena.

Escrito por Nelson de Sá às 12h30

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

TOC TOC

Texto Laurent Baffie

Direção Alexandre Reinecke

Elenco Flavia Garrafa, Marat Descartes, Marcia Cabrita, Riba Carlovich,

Rosane Gofman, Sergio Guizé e Carô Parra

Teatro Cultura Artística - Sala Rubens Sverner

Sex e Sáb 21h Dom 18h

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h19

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Amigos Ausentes

Texto Alan Ayckbourn

Direção Nilton Bicudo e Ivan Andrade

Elenco Alexandre Freitas, Andrea Dupré, Daniel Warren,

Edson Aranha, Maristela Chelala e Wanessa Morgado

Cenografia Marcela Donato

Iluminação Denilson Marques

Figurinos Lorena Zabaleta

Cultura Inglesa Pinheiros

Sex 19h Sáb 18h e Dom 16h

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h14

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

TAPE

TEXTO STEPHEN BELBER

DIREÇÃO MARIO BORTOLOTTO

MARCELO SELINGARDI

CAROLINA FAUQUEMONT

PEDRO GUILHERME

TEATRO SERGIO CARDOSO - SALA PASCHOAL CARLOS MAGNO

SEX E SÁB 21H30 DOM 20H

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h49

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

UMBERTO MAGNANI

EM LOUCOS POR AMOR

TEXTO SAM SHEPARD

DIREÇÃO FRANCISCO MEDEIROS

ELENCO: UMBERTO MAGNANI, CHARLES GERALDI, RENATA AIROLDI E

PAULO ALMEIDA

TEATRO COLETIVO FÁBRICA - SALA1

SEX E SÁB 21H30 DOM 20 H

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h33

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Fim de semana no circo

Quando estive no sindicato dos artistas para a introdução formal ao ofício, alguns anos atrás, foi marcante encontrar tanta gente do interior, simples demais, gente de circo.

 

Não o novo circo ou que nome tenha o movimento que evoluiu para o multimilionário Cirque du Soleil, de ingressos a centenas de reais, bancados por dinheiro do Tesouro. E sim o velho circo mambembe que corria o interior _e em Assis, minha cidade, se instalava perto da delegacia, da catedral e do único teatro, então já cinema, o São Vicente.

 

No fim de semana, depois de muito tempo, apareceu um circo em São Paulo, para onde pude levar meu filho de cinco anos, que jamais havia estado sob uma lona. Foi armado na avenida Regente Feijó, Zona Leste, bem longe. Mas o jornal dizia ser um daqueles que “seguem à risca a tradição circense, sem fusões nem modernismos”. Lá fomos nós.

 

Não sei muito da “tradição”, mas o tal Spacial lembrou pouco as tendas mambembes da minha infância. Não havia picadeiro, mas um palco, um metro acima do chão, difícil de ver. Também não havia arquibancada de madeira, sem encosto, e sim um monte de cadeiras de montar, de metal. E não havia animais, os tigres, elefantes.

 

Imagino que os animais tenham sido proibidos por lei, mas aquele tanto de acrobatas do primeiro ato foi Cirque du Soleil demais, para a minha expectativa. Para a felicidade do meu filho, havia os palhaços, bons os três, a começar da dupla masculina e mais para a frente a novidade: uma palhaça, muito desenvolta e engraçada por natureza.

 

O segundo ato revelou a razão dos elogios, com acrobacias esteticamente envolventes, nada cansativas, um mágico muito bom, que nos enganou em mais de um número. E os palhaços em quadros de elaboração cada vez maior. No fim, fiquei procurando um programa que identificasse os artistas e suas criações, sem conseguir.

 

Mas é, sim, um circo cheio de “fusões” e “modernismos”, a começar da trilha e dos figurinos, tão influenciadas pelo Soleil. Também é limpo demais, até na comida. E os palhaços, embora ótimos, não me faziam lembrar os velhinhos mambembes do interior, nem mesmo o jovem que imitava Michael Jackson uns 15, 20 anos atrás, já em São Paulo, num velho circo na Marginal.

 

Deixei a lona satisfeito pelo meu filho, mas com a imagem daquele palhaço que fazia Michael Jackson na cabeça, tentando lembrar seu nome. Ele nada tinha da correção, de uma certa higiene estética, como vi no fim de semana. Escrevendo agora, busquei e achei. Seu nome é Kuxixo, Hudson Rocha. Está até no YouTube, aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 01h50

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

A Queda

Texto Albert Camus

Elenco Aury Porto e Luah Guimarães

Teatro Oficina

Sábados e domingos às 22h30

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h11

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Querida Senhorita O.

Concepção e Interpretação Juliana Moraes

Trilha Sonora Jonas Tatit

Figurino Paulo Babonni e Gisela Minasse

Vídeo César Ramos

Desenho de Luz Marque Xavier

Produção Stella Marini

Noite dessas em Jacareí, ontem em Jaboticabal e

quem sabe o mundo!

Operação de Luz Bruno Natale

Operação de Som César Ramos

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h37

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Tio Vânia - 1998

Para comemorar os 50 anos de teatro do

Renato Borghi

Direção Élcio Nogueira

Atores Luciano Chirolli, Leona Cavalli, Mariana Lima,

Walney Siqueira e Abraão Farc

VIVA!!!!

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h19

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Cada um a seu modo

Direção Maurício Paroni de Castro

Companhia Linhas Aéreas e

Atelier de Manufactura Suspeita

Cada realidade um engano

Em Cartaz no Teatro João Caetano -SP

Quintas às 21h

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h18

Comentários (Comente) | Enviar por e-mail | PermalinkPermalink #

Ver mensagens anteriores

PERFIL

Lenise Pinheiro Blog de teatro com textos e fotografias de peças em cartaz ou por estrear. Montagens antigas, ensaios, indicações e vivências e experimentos. Eventuais visitas a salas de teatro, e suas respectivas companhias. Coberturas de Festivais de Teatro, apontamentos com novidades e curiosidades em torno do tema.

BUSCA NO BLOG


ARQUIVO


Ver mensagens anteriores
 

Copyright Folha Online. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página
em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha Online.