Cacilda
 

Quem, quando e onde?

Todas as respostas estão no espetáculo Quem Nunca.

Dirigido por Renata Melo.

Com o Grupo Ethos.

Ética ao alcance de todos.

No Sesi Leopoldina até 16 de dezembro.

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h11

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Assovio

Nesta sexta, dia 2 de novembro.

Última récita no Sesc Consolação,

Sala Experimental.

A atriz Martha Nowill no monólogo

Assovio.

Texto e direção de Luiz Valcazaras

e direção de arte de Simone Mina.

Escrito por Lenise Pinheiro às 06h13

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Lado B - Mudaram as Estações

Hoje é o último dia!!!

Lado B. Direção do Fabio Ock,

com a Cia. de Teatro Rock.

No Centro Cultural São Paulo,

Sala Adoniram Barbosa,

às 19h.

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h19

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Os Bobos de Shakespeare

Serial Cômicos apresentam,

no Centro Cultural São Paulo,

Thadeu Peronne em

Os Bobos de Shakespeare.

Direção, Laercio Ruffa.

Sala Paulo Emílio,

terça a sábado às 21h,

domingo às 20h.

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h33

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Fé cênica

Escrito por Lenise Pinheiro às 13h45

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Festivais

De trajetórias paralelas, desde o Paraná até a rua major Diogo e depois a praça Roosevelt, das companhias bravamente estáveis às mostras desmesuradas de anos atrás, o ator, autor e diretor Mário Bortolotto e o diretor Rodolfo García Vazquez travaram debate indireto, a meu ver, esclarecedor e muito promissor.

 

O primeiro questionou, em texto que se estendeu por dois posts, algumas facetas das Satyrianas, a começar do ingresso gratuito em contraste com o amontoar de celebridades. O segundo postou, entre outros argumentos, a força que o teatro de grupo ganhou a partir de uma iniciativa de entrega extrema.

 

Entendo, mineiramente, que os dois estão certos em quase tudo o que expressam. E que a cena enfrenta as dores do crescimento, como se fala em economia. Não é diferente do que enfrentaram modelos semelhantes, nascidos também organicamente, desde Edimburgo há meio século _e que conseguiram administrar o êxito, solucionar os gargalos, sem precisar conter a ambição.

 

Se vencerem os problemas que se apresentam agora, apontados não só por Bortolotto mas também por Gerald Thomas e outros, as Satyrianas podem ser, finalmente, o festival com que São Paulo sempre sonhou. Mas nunca teve, nem com os projetos de Ruth Escobar, de impacto pontual e errático, sem estabelecer seqüência.

 

E quem busca novos rumos lá pelo mesmo Paraná é o festival de Curitiba, agora com Leandro Knopfholz de volta, ele que esteve aqui para as Satyrianas, e com Celso Curi se integrando à curadoria. A mostra, que vai para duas décadas, se estabeleceu nos modelos europeus, mas alguns de seus problemas são ainda aqueles apontados em São Paulo, agora.

 

Conversando rapidamente com Leandro, a sensação foi de que o Fringe, que cresceu exponencialmente como em Edimburgo e Avignon e agora nas Satyrianas, deseja e vai tentar responder às demandas. E pelo jeito o incansável Ivam Cabral vai com o DramaMix para lá, com parte do grande panorama da nova dramaturgia que permitiu vislumbrar por aqui.

Escrito por Nelson de Sá às 12h13

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Via Sacra

Dan Stulbach, Regina Braga e Bel Teixeira

não estão mais em cartaz com o espetáculo

Dúvida. Montagem com temporada encerrada.

No enredo, a discussão dos dias de hoje.

Trata do limite entre a certeza e a dúvida.

As tramas das peças encenadas na vida real.

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h33

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Na marginal

Atrás de coisa diferente do que tenho vivenciado, fui parar no fim de semana na Marginal Tietê, perto do rio Tamanduateí, no teatro União e Olho Vivo. Foi a primeira vez, ainda que tenha a imagem recorrente daquele espaço na cabeça, sempre de passagem para algum lugar.

 

É que me falaram que estaria lá, no teatro de quatro décadas de Idibal Piveta, Paulo Vannuchi, o secretário de direitos humanos responsável pela maior ou única ação recente a lançar luz sobre a ditadura, o livro “Direito à Memória e à Verdade”.

 

Piveta ou César Vieira, seu nome artístico, é um personagem histórico da defesa de presos políticos _e seu teatro, embora nascido na São Francisco, é marco de resistência na arte de periferia em São Paulo. É do que trata a nova edição de “Em Busca de um Teatro Popular”, lançada naquele sábado, início da noite.

 

Por azar, desabou a chuva quando eu chegava. Ao entrar, uma atriz do grupo comentou que ali, volta e meia, tem inundação. A peça programada para o lançamento, “Barbosinha Futebó Crubi”, inspirada em Adoniran Barbosa, precisou ser transferida para o pequeno auditório. E teatro de rua em sala fechada não é fácil.

 

Mas foi bom para distinguir, na “terceira geração” como diz o diretor do grupo, um menino de nome Hudson, de uns sete anos, e uma jovem cujo nome não confirmei. Na cena algo ingênua e populista, eles traziam empenho e vigor reconfortantes. Uma imagem reluzente de esperança, em contraste com tanto passado nas palavras sobre o livro.

 

Vannuchi foi especialmente envolvente depois, declamando texto de Flávio Rangel, contando da luta de Piveta. O que mais me chamou a atenção, em sua imagem no tablado, foi como remetia ao irmão Alexandre Vannuchi Leme, estudante da Geologia morto sob tortura em 1973.

 

Como relata o livro “Cale-se”, foi naquele momento, entre a primeira missa de resistência de d. Paulo Evaristo Arns na Sé e o célebre show de Gil na USP, que a esquerda estudantil abandonou as armas. E começou, mais do que a derrocada da ditadura, a escalada das gerações que viriam a comandar o país democratizado, depois e até hoje.

 

 

Por acaso, Celso Frateschi, ele que foi preso na rua Tutóia com Piveta e Plínio Marcos nos anos 70, sentou ao meu lado no lançamento. E eu aproveitei para perguntar o que há tempos me ronda: onde foi parar o projeto de um fomento nacional?

 

Respondeu que a idéia andou parada no Congresso, em parte talvez porque os esforços se concentraram no PAC da cultura; nada menos que R$ 4 bilhões, repetia o ator presidente da Funarte. Ele acredita que vai andar agora. Deve sair não só para o teatro, mas também outras artes. O foco unicamente teatral, diz, é um dos problemas da lei em São Paulo.

 

Deixei a sede do União e Olho Vivo com a sensação de que o fomento só saiu aqui porque o Arte contra a Barbárie se mexeu, protestou, agiu. Para Brasília se mover, seria preciso que o movimento Redemoinho, um Arte contra a Barbárie nacional, se fizesse notar, existisse de fato.

Escrito por Nelson de Sá às 10h06

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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