Cacilda
 

A Refeição

Em cartaz no Espaço Parlapatões.

Sextas e sábados à meia-noite.

Elenco: Luah Guimarães,

Marat Descartes e Plínio Soares.

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h07

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DNA teatral

Zeca Rodrigues em cartaz com Orestéia, o Canto

do Bode. No Galpão do Folias.

Ele é dirigido pelo pai Marco Antonio Rodrigues, desde

menino. Agora integra o elenco numeroso, que leva à cena

"Agamêmnon" (foto), "Coéforas" e "Eumênides".

De quinta a sábado às 20h e domingo às 19h.

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h46

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Desmassacre

Zé Celso, ainda no Rio, escreve para saudar o blog “lindo”, contar dos aplausos do público carioca “à ethernidade de Paulo Autran”, no final da curta temporada _e principalmente para avisar que “Os Sertões” vai mesmo para Canudos. E antes se apresenta em Quixeramobim, onde nasceu Antonio Conselheiro.

 

Em esforço sem fim pelo “desmassacre”, postou no site do Oficina um texto sobre o 5 de outubro em que “nós brasileiros, do Rio Grande do Sul ao Amazonas, representados por 5.000 militares, massacramos em nome de Liberdade, Igualdade e Fraternidade a segunda cidade da Bahia, depois de Salvador”.

 

E hoje ele quer o renascimento, para a Canudos que restou e que acaba de ganhar a sua primeira lan-house. “Não basta fazermos lá, por cinco dias, o nosso espetáculo. Baixa a magia do teatro, a internet transmite, o mundo se comove ou não, nós voltamos a São Paulo e Canudos retorna a Terra Ignota. Não, é hora do desmassacre!”

 

Muito além do teatro, ele deseja o crescimento do sertão, o investimento na irrigação das águas do açude de Cocorobó. Se bem conheço a história de Zé e do Oficina, vai demorar um bocado, mas é bem capaz de conseguir.

 

 

Maurício Alcântara, que leio desde antes da Bacante, quando encontrei seus primeiros textos sobre teatro no coletivo, postou sobre “Les Éphémères” e “Os Sertões”, que viu em seqüência, aqui e no Rio.

 

Com a consciente ironia de sempre, compara os ícones do teatro e dos anos 60 que são Zé Celso e Ariane Mnouchkine, o Oficina e o Théâtre du Soleil. Vai .

 

PS 22.10 - E o Valmir Santos também tratou de "Os Efêmeros", que avalia como o "mais importante projeto do ano teatral em São Paulo". Na platéia, pelo que outros amigos relataram, Fernanda Montenegro etc.

 

Sábado no jornal (assinantes Folha e UOL), o Vals escreveu que "o modo de produzir é tão radical quanto o do Oficina" e "a escala monumental lembra a perseverança do Vertigem". E faz uma comparação, que também ouvi de outros, com o naturalismo do "Prêt-à-Porter" do CPT.

Escrito por Nelson de Sá às 13h22

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Teatro, Foco e Agenda

Em São Paulo as estréias no teatro se multiplicam.

São inúmeras as apresentações.

O público está cada vez mais atento às novidades.

Na segunda-feira no início da noite, mais de 500 pessoas

se reuniram no que foi e será o Sesc Belenzinho,

um congraçamento em torno da representação cotidiana;

o trabalho da companhia Théâtre du Soleil, viabilizado aqui

no Brasil pelo Sesc, contou com mais do que condições

especiais e espaciais; tiveram o apoio que a instituição e

o público em uníssono dispensam àqueles que transformam

a arte em vida.

A segunda parte do espetáculo “Les Éphémères” é inesquecível.

Simplicidade e técnica. Me lembrou o teatro Oficina.

No final da apresentação, nos camarins, me encontrei

com a diretora, Ariane. Ela era só entusiasmo.

Em terra brasilis ela parece uma de nós.

Uma mulher que fala a língua do teatro, muita inspiração

para o resto da semana, que reserva algumas surpresas.

Uma delas: encontrar o cenógrafo Helio Eichbauer

 

e o iluminador Aurélio de Simoni,

na montagem de “Um Boêmio no Céu”, o palco ainda em destroços.

A equipe do Sesc Vila Mariana se desdobrando para dar conta

do acabamento da cenografia e da iluminação. E eu lá no meio

na tentativa de fotografar o ator José Mayer,

 

parceiro de outros trabalhos, empenhado em se mostrar

mais que galã, no dizer do artista,

para a equipe da “Folha de S.Paulo”.

No carro da reportagem, a experiência do motorista Marrone

materializa a felicidade que o profissional encontra em um

parceiro de trabalho. Nossa conversa em torno dos últimos

roubos de equipamentos fotográficos e seus desdobramentos.

Ele me deixou no Sesc Paulista, me estendeu a mão e sorridente

se despediu, desejando-me sorte.

A atriz Miriam Mehler

e o diretor Marcelo Lazaratto me esperavam para fotos de

“Eu estava na minha casa e esperava que a chuva chegasse”.

Texto de Jean Luc com estréia prevista para dia

19 de outubro, no 12º andar do edifício da av. Paulista, 119,

endereço certo para o encontro com a experimentação,

identificação imediata com o fazer teatral, nas salas de

espetáculo, na aconchegante cobertura do edifício, nas

mostras de arte eletrônica, chamando a atenção para o

4º piso, onde Peter Greenaway deita e rola na atmosfera cênica.

Noutro andar, Juliana Galdino e Roberto Alvim constróem as

desacomodações de Homem sem Rumo, em fase de ensaios,

com estréia prevista para 26.

Hoje tem Show e novo disco. Rubi

abusa do direito de cantar.

E parece muito teatral nas mãos do diretor Marcelo Romagnolli.

Vi pouca coisa do ensaio. Mas ouvi afinação, música e banda.

O horário de verão deixa o dia mais comprido, rende à beça.

Noite, centro. Espaço dos Satyros 2, Psicose 4h48,

texto de Sarah Kane, direção do Marcos Damasceno.

Sempre às 21h e às terças e quartas.

Rosana Stavis

 

e Marcelo Bagnara.

  

Impregnados na dramaturgia corroída.

O ensaio fotográfico e a apresentação ao mesmo tempo.

A paixão de ver teatro.

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h32

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Disk Ofensa

Linha Vermelha, no Satyros 1,

às segundas, às 22h30.

Texto de Pedro Vicente.

Atrizes: Aline Abovsky (esq.) e Regina França.

Um espetáculo que demorei para assistir e desde então

não me sai da cabeça a atuação da Regina e da Aline.

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h22

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Sangue na Barbearia

Adaptações dos textos O Acompanhamento e Dizer Sim.

De Carlos Gorostiza e Griselda Gambaro, respectivamente.

Monstruosidades e consternação no palco do Teatro

da União Cultural.

Atores: Antonio Petrin e Darson Ribeiro.

Rua Mario Amaral, 209, Paraíso, SP.

Sexta 21h30, sábado 21h e domingo 20h.

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h40

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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