Cacilda
 

Arquivista de sombras

Dia santo. Sexta-feira da Paixão. Dia e noite de teatro.

A expectativa é grande na praça Roosevelt, muito público.

A maratona das sete peças começou.

Da primeira peça só deu para ver o autor dar entrevista

para a TV Cultura.

"O Amor do Sim", texto do Mário Viana (foto acima), direção do

Alexandre Reinecke, está em cartaz no Satyros 1, todas às segundas

às 19h0. Com a Ângela Barros, o Adão Filho, a Flávia Garrafa e

o Otávio Martins.

 A cortina abre e começa

"Na Noite da Praça", texto do Alkberto Guzik e direção do Luiz

Valcazaras.

Marília de Santis e Álvaro Franco incorporam personagens ilustres

da praça.

 E Ricardo Corrêa dá vida ao

personagem, conhecido por todos, jovem sem perspectiva

largado no mundo.

Ainda bem que o Ivam Cabral está de olho em tudo.

Vem aí a terceira apresentação.

"Impostura", escrito pela Marici Salomão.

Fernanda D'Umbra pisa firme no palco e na direção da peça.

E a atriz Patrícia Leonardelli se rende.

 

Fora do teatro a procissão do feriado e os técnicos trabalhando.

Eduardo Guedes. Vive de bermuda e de muito bom humor.

Assim como Denis Miranda.

 E a palhaça Margarita, do Rio de Janeiro,

se apresenta no Espaço dos Parlapatões.

Às 22h estava prevista a apresentação do texto do Sérgio Roveri,

"A Noite do Aquário". Fiz as fotos de um ensaio dirigido por Sérgio

Ferrara. Com a Clara Carvalho, o Germano Pereira e o Chico Carvalho.

A maratona continua e eu volto outra hora.

Todos os dias às 19h tem uma peça diferente.

Fabio Cabral dá a maior força.

Salve!

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h52

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Cacilda

Hoje é a data em que se comemora o aniversário de Cacilda Becker.

Nascida em 1921, em Pirassununga, Estado de São Paulo.

Tem sua vasta biografia, "Fúria Santa", publicada pela Geração Editorial,

um trabalho primoroso do historiador Luís André do Prado.

Um livro com mais de 600 páginas. Originais de uma vida interrompida

em seu apogeu, histórias e  mensagens inspiradoras.

Abaixo, ensaios utilizando os originais de Fredi Kleemann, o fotógrafo

oficial do Teatro Brasileiro de Comédia.

O diretor José Celso Martinez Corrêa e a atriz Bete Coelho,

em 1998, início dos ensaios da célebre montagem "CACILDA!",

no Teat(r)o Oficina.

Leona Cavalli em 1994, no ensaio para ilustrar o projeto, ainda

em fase embrionária.

Para a Cacilda, toda a nossa gratidão.

E, para um amigo importante e ausente, que também comemora

seu aniversário hoje, dedico os trabalhos do dia.

Viva!

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h20

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Terra rachada

Sorocaba significa terra rasgada, esse é o significado oficial,

segundo o Amorim, anjo da guarda da conexão via net, da edição

de hoje.

Distúrbios virtuais superados, registro em plena quarta-feira uma

apresentação da Cia. da Mentira de "O que vc foi quando era Criança",

texto de Lourenço Mutarelli.

Com os atores Silvio Restiffe (esq.) e Gabriela Flôres.

Priscila Gontijo e Marcelo Meniquelli.

Se apresentam na noite de hoje. Ao lado de Daniela Smith,

Donizete Mazonas e Gilda Nomacce. (A atriz do YouTube, foto abaixo).

Marquei minha volta à cidade, nos próximos dias, para visitar uma companhia de

teatro, composta por metalúrgicos, e a escola de formação teatral,

comandada por Paulo Betti.

Quanto à Cia. da Mentira, eles se apresentarão dia 12, quinta-feira,

no Sesc Bauru.

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h50

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Iluminação

Teatro infantil e Teatro adulto.

CEU PAZ Externa Dia

Crianças, casinhas e as cores no vento.

Camisola que desperta todo dia.

Hoje tem marmelada? Tem sim senhor.

Teatro quase circo.

O elenco se multiplica para garantir a farra no reino.

Cléo de Paris, Zeza Mota, Fábio Penna, Rodrigo Gaion,

Rodrigo Frampton e Tiago Leal. 

Renato Borghi dá vida ao reino de "O Dia das Crianças", de Sérgio Roveri.

A correspondência do Reino.

O carteiro sem poeta.

 Figurinos do Fabiano Machado.

E a regência geral: Ivam Cabral.

TEATRO DOS SATYROS 1  Interna Noite

Flor que a Bia me deu. Estréia de "Atos de Violência",

com textos da Marici Salomão e Beatriz Gonçalves.

Atores: Marcelo Pacífico, Rogério Brito, Thereza Piffer

e Lucia Romano. Dirigidos por Hélio Cícero.

Sou responsável pela iluminação e por esses registros dos dois espetáculos.

E atendendo a pedidos...

Escrito por Lenise Pinheiro às 19h45

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Redemoinho

Na passagem pelo festival, fora dos teatros, nos bares, restaurantes, entre taças de vinho e copos de cerveja, pouco se falou de arte. Ouvi de gente do país inteiro sobre comissões, leis, secretários de Cultura. De volta a São Paulo, a mesma coisa.

 

E foi assim que fiquei sabendo que, poucas semanas atrás, o ator Celso Frateschi, o novo presidente da Funarte, participou de encontro em que tratou do que mais se antecipa, por todo canto: um fomento nacional.

 

É parte de mobilização maior. Algumas semanas antes, ganhou contundência uma versão federal, por assim dizer, do movimento Arte contra a Barbárie, aquele que fez tanto e depois se esfacelou em São Paulo. O Redemoinho não nasceu tão engajado nem com norte tão definido, mas a passagem por Campinas deu a ele contornos mais claros _até pela influência radical de Iná Camargo Costa, pelo que me contam.

 

Daí o encontro em que o Redemoinho, que vai do grupo de Luis Melo em Curitiba ao Tá na Rua de Amir Haddad no Rio, do Galpão de Belo Horizonte ao Ói Nóis Aqui Traveis de Porto Alegre, levou a Celso Frateschi tomadas de posição fortes, tipo não reconhecer a lei Rouanet como política pública e defender uma lei de fomento nacional, ainda que um pouco diversa da paulistana.

 

É difícil saber se o Redemoinho vai mostrar a capacidade de mobilização do Arte contra a Barbárie, até porque este conseguiu reunir tudo o que trazia força naquele momento, do Folias aos Satyros, ao Oficina, ao Vertigem, ao Latão. Seu poder era sua diversidade, me parece. E muitos deles estão fora do Redemoinho.

 

Mas algo está para acontecer, afinal.

 

Em tempo, se os grupos já sabem o que levar à Funarte e ao Ministério da Cultura, os produtores cariocas também. Eles querem uma agência, na linha privatista das telecomunicações ou do cinema. “O Globo” deu.

Escrito por Nelson de Sá às 12h55

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Depois do festival

Já em SP, recarrego as energias e vou direto para o Sesc Santana.

Era a última apresentação de "Savina", da companhia Amok Teatro.

Trabalho com estilo e técnica. Onde a busca é encontrar o outro.

O ator Stephane Brodt e Gustavo Damasceno abrem a cena.

Com estilo capturam o público e, de imediato, todo o elenco é

magnetizado pela paixão cigana.

Que em tom de fábula faz música e teatro, arrastando os olhares da platéia,

para a cena muda, onde coxias devassadas, atores estáticos e maquiagens

executadas em tempo real mostram a miséria da condição humana.

Ensaio realizado em 1º de abril de 2007.

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h06

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Ares teatrais

Lázaro Ramos exerce uma espécie de feitiço.

Um tímido cara-de-pau. Agora em maio, passa a conduzir o programa

de TV no Canal Brasil, "Espelho", previsto para as noites de segunda às 21h30.

Na tarde de ontem ele recebeu a reportagem da Folha.

No Teatro das Artes.

Por conta da estréia de "O Método Grönholm",

sua vibração é tão forte que a peça já parece um sucesso.

O elenco muito à vontade. Faz valer a impressão que haverá teatro ali.

Lázaro parece tranquilo e amoroso.

 Ele sabe das coisas.

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h49

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Se para fazer teatro basta um tablado, um ator e uma paixão...

Aí está Maikon Kempinski, ator de "Guilhotina".

Encenada no Anfiteatro da UFPR.

MERDA

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h58

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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