Cacilda
 

"Catástrofe da Borboleta", espetáculo da Companhia Teatro da Demolição, tem

mais duas apresentações no Festival, hoje às 19h e amanhã dia

1º de abril às 19h. Na sessão de ontem os atores, com muita garra,

conquistaram a platéia.

 Gheuza Sena e Vavá Paulino

A ditadura é o tema dessa narrativa onde torturador

e  torturado são interpretados pelo mesmo ator,

Fernando Arze, que, acompanhado das atrizes Natássia Vello,

Erlene Melo

e Mariana Mordente, recriam o ambiente da época de chumbo.

Curiosamente, ao deixar o teatro, percebo que uma passeata se aproxima,

desafiando o tempo e pedindo a reabertura dos arquivos.

Cacildas e Cazuzas marchando na noite de teatro.

Escrito por Lenise Pinheiro às 11h40

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Zé, 70

Quatro horas nas mãos dos controladores de vôo e estava eu, afinal, no Oficina para os 70 anos de Zé Celso.

Cheguei no intervalo, depois das 23h de sexta, e a apresentação foi até quase 3h de sábado, com ritos de orgia (e uns 30 espectadores nus, alguns envolvidos ao extremo) e de amor (atores e espectadores se beijando e abraçando em fila, quase entrei, Pascoal foi). Me pareceu perfeito para um aniversário tão redondo de Zé, sempre em cena neste "Homem 2".

Estava lá quase toda a velha guarda, espalhada até o quarto andar, mais as inesperadas caras novas _e incontáveis adolescentes que, após  entrarem, não deixam mais a pista. Eduardo Suplicy e Renato Borghi, que nasceu nos mesmos dia, mês e ano de Zé. Catherine Hirsch e Verônica Tamaoki, Pascoal da Conceição e Leona Cavali, José Miguel Wisnik e Vadim Nikitin, Jorge da Cunha Lima e Carlos Rennó, Luiz Francisco Carvalho Filho e Marçal Aquino, Mario Vitor Santos e eu etc. etc.

No meio do segundo ato, lembrei de um comentário aqui no blog, dias atrás, que pedia para falar mais de Zé, enquanto ele ainda está com a gente. Da primeira vez que conversei com ele, há quase duas décadas, também pensei assim. Mas a sensação que tenho hoje, depois de achar que a minha e outras gerações poderiam substituir a dele, é que não tem jeito. Ele é para sempre.

Na pista, Zé anunciou que volta a ser criança.

Abraçado a Borghi e Suplicy, lá estava ele bradando contra o tabu _agora, aquele em torno da batalha titânica contra o SBT, que retornou com ações dramáticas como há 30 anos. Silvio Santos, mais que ninguém, poderia contar como Zé não é fácil de vencer.

ps - Zé e o Oficina são celebrados desde sábado no Overmundo.

Escrito por Nelson de Sá às 11h26

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Gheuza Sena

Integrante do Coletivo Angu de Teatro. Pessoal do Recife e do mundo.

Aplaudida em cena aberta, duas vezes na sessão de hoje ao meio-dia.

Em "Angu de Sangue".

Grande momento do festival.

Muito obrigada

Lenise

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h11

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70 anos

Viva o Zé Celso, hoje ele completa 70 anos.

Somos amigos e parceiros.

E em nossas veias tremulam as bandeiras do Teat(r)o.

Amor, ordem e progresso.

Um forte abraço da Lenise

PS. Achei essa foto pendurada na assessoria de imprensa do Festival.

Lembro bem dessa apresentação de ELLA, não sei quem é o autor da imagem.

Estou de blusa roxa, lá no fundo, torcendo e vibrando com a  apresentação.

Ao fotógrafo meu muito obrigada e ao Zé minha paixão.

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h35

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De sangue

Daqui a pouco começa a segunda e última sessão de "Angu de Sangue", ao meio-dia. O festival está a um passo de terminar e, tantos dias e peças depois, foi esta a sua revelação maior, até o limite do que pude ver _e como sou feliz por não ter de tratar do que não gostei.

O teatro brasileiro é outro, hoje, anos depois de eu ter deixado de seguir seus passos. Não mais da "santíssima trindade", perdida no tempo. Nem de São Paulo e Rio, ainda que André Paes Leme e seu "A Hora e a Vez de Augusto Matraga" sejam espetaculares. Enviado sob amparo de seus estados e cidades de origem, está aqui o novo de Recife ou de Salvador, de onde for.

A encenação de Marcondes Lima para as palavras de Marcelino Freire, mais do que contos, "monólogos de forte intensidade", não teme riscos formais nem embarca em mitos de Nordeste. Entende-se logo o que levou Hermila Guedes para o cinema pela cena em que ela narra, em rap sereno e belo, o estupro e morte de uma criança, retratados no palco em teatro de bonecos, delicado e monstruoso.

É o universo do autor, ex-ator, pernambucano hoje estabelecido em São Paulo. São histórias urbanas, de Recife como metrópole, não de um Pernambuco de invenções armoriais ou tropicalistas. É doce em sua crueldade. Uma cena em especial, Darluz, com a extraordinária Gheuza Sena, confunde a respiração ao associar o inaceitável de abandonar os filhos com a lógica de fazê-lo por amor.

Nem sei se "Angu de Sangue" vai a SP e Rio, se vai ganhar estatuto de novo teatro soberano, tenho a sensação de que coisas assim se perderam no tempo. Mas existe grandeza ali.

Escrito por Nelson de Sá às 09h58

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Cia. Senhas de Teatro

Em alguns camarins dos teatros daqui, sou reconhecida.

Teatro é igual no mundo todo. Daí a magia.

O momento dos preparativos finais. A diretora Sueli Araújo repassa

observações para Neto Machado.

 e para Patrícia Saravy.

E para a atriz Anne Celli.

Atores que acompanho já há algum tempo. Companhia referência aqui de

Curitiba. Me senti bem-vinda no camarim do pessoal da Senhas.

O espetáculo "Antígona" fica em cartaz dia 30 às 13h e dia 31 às 16h.

No Teatro Celeiro, praça Tiradentes, 106, centro de Curitiba.

Evoé.

Escrito por Lenise Pinheiro às 16h45

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Gorilas

Os pés da nota dia 28 de março, são de um torturador. Em "Gorilas", texto e

direção de Celso Cruz, com o ator Marcos Suchara.

Hoje a sessão é às 22h no Teatro Celeiro, na praça Tiradentes, 106, centro de Curitiba.

Tem também "Eu Odeio Kombi". Sempre é bom encontrar bons atores.

Neto de Oliveira (condutor) e Armando Jr.

Roteiro de Hugo Possolo e direção de Jairo Mattos. Hoje tem sessão às 20h30.

Casa Vermelha. Largo da Ordem. Centro histórico de Curitiba.

Local para encontrar Ari Nagô. A bossa e o bom gosto na luz.

Até mais. Lenise

Escrito por Lenise Pinheiro às 09h58

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Palco de imagens

Uma conversa acabou revelando que, na geladeira da casa de uma atriz, no Rio de Janeiro, tem esta foto pendurada. Olho para ela todos os dias, diz a atriz em questão.

Fotografei este detalhe no Sesc Belenzinho. Era  o cenário da peça "Bispo", com

o ator João Miguel, amigo da atriz que olha todo dia a mulher de tábua com

o sapato na cabeça e muito peito, lá pendurada na geladeira.

Gostei dessa história. Lembrei que na geladeira lá de casa tem fotos que eu adoro e

uma reprodução estilizada do Grito de Edvard Munch. Lembrei que estou longe.

Assim como os atores de "Reconco",  Paula

Carneiro e Leonardo França. Trabalho elaborado em torno da dança, do teatro e do fogo.

 Um perigo. Teatro e fogo contracenam há milênios.

Mas tem que haver técnica. Como na nova iluminação do Teatro Paiol, que no passado

abrigara um depósito de pólvora. E hoje é uma das atrações de Curitiba.

Falando em iluminação, encontrei o Davi de Brito.

 Ele é muito carinhoso, um grande artista.

Grandes encontros no teatro Paiol. Imaginem esses dois em cena.

Eucir de Souza e Rubens Corrêa interpretando um texto do Bonassi.

 O Eucir é apaixonante

e misterioso como o ator da foto abaixo. Quem será?

 

Escrito por Lenise Pinheiro às 22h34

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De água e sal e fúria

Entrar aos trancos no teatro, com gente ficando para trás, de fora, pedindo sessão extra. Foi assim com duas das melhores noites que tive por aqui.

A primeira foi "De Água e Sal", dança-performance em que, também por me espalhar pelo chão, eu e todos éramos parte da ação. O suor dos corpos, daí o título, a interação dos "performers" conosco. Olhares trocados, mensagens escritas, uma bola de papel para brincar. Desde a pergunta de um dos dançarinos na entrada, "o que devo fazer?", se é chamado a compartilhar. Não dançar, mas se deixar levar. A cada nova cena e texto, um diálogo sem parar sobre o corpo, muitas vezes no próprio corpo.

Só na saída, ainda meio bêbado do envolvimento, fui ouvir que havia um bocado de Pina Bausch _e concordei. Um casal reclamou logo atrás da música popular, até funk carioca, mas aí achei bobagem. A coreografia é criação coletiva da companhia baSiraH, a direção é da ex-integrante do célebre EnDança dos anos 80, na mesma Brasília, Giselle Rodrigues.

A outra foi "Nepal", de Cuiabá. Era a última apresentação e o segundo dia em que ficava gente para fora do teatro. Conseguimos entrar com dificuldade e atraso, sentamos na escadaria _e eu assisti, surpreso, a uma comédia elaborada sobre os dois últimos dias dos dois últimos sobreviventes da Terra, em luta pelo poder até o fim. Um "Fim de Jogo" mais engraçado e estranhamente complexo no texto e na representação.

Um ator carioca que viu a mesma "Nepal" anos antes, perdida num pequeno teatro, comentou depois da apresentação que se lembrava dos cacoetes à Eugenio Barba, até do esquete de rádio, mas que agora era um universo orgânico. Não sei, mas o que vi foi certamente coeso, com domínio da cena por Péricles Anarcos e Giovanni Araújo, este também diretor. Resultado talvez dos anos de estrada em festivais pelo país inteiro.

E tantos festivais que o grupo por fim viabilizou o seu próprio, ano passado no calor de Mato Grosso, e até arrancou do grupo Piolin a remontagem de "Vau da Sarapalha", uma década depois. O Fúria é desses achados que você só faz no fringe. Ou no site Overmundo.

Escrito por Nelson de Sá às 19h13

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12:55

Este é o acervo do Teatro Guaíra, um complexo com 3 salas. Bem dimensionadas e divididas. O Teatro é um colosso.

Começo o ensaio e vejo as horas, meio intuindo. Faltam cinco para uma? Será? Uma intuição e um arrepio. Era.

Era dia 26 de março e por coincidência o horário era esse. 12:55.

Os Deuses do Teatro, penso eu e me entusiasmo ao encontrar Orizaide Ribeiro, há quinze anos

responsável pela organização. Tudo está  em ordem...

Ela é Orizaide.

Olha o que vi por lá...

Não toquei nos objetos. Arte e Crítica. Trópicos, bananas e tridentes.

24 horas depois... no mesmo Guaíra, dia 27 de março, DIA DO TEATRO, às 12:55.

Na sala mini-Guaíra, os atores Giovanni Araújo e Péricles Anarcos agradecem...

os aplausos de Jacqueline Silveira,

atriz que estava no público, que adorou

a apresentação da peça NEPAL com o grupo Fúria.

Logo a sala ficou vazia...

Volto outra hora.

Lenise

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h26

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Pernambucanas

Uma delícia o astral do camarim no Teatro Guairinha, durante a tarde.

Hermila Guedes recebeu a reportagem da Folha e aproveitou pra dar umas risadas

com Lúcia Machado.

Lucia lança por aqui "O Diálogo como Método", livro com cinco reflexões

sobre Hermilo Borba Filho, editado pela Fundação de Cultura Cidade do Recife.

Hermila Guedes segue em Curitiba com Angu de Sangue, de Marcelino Freire,

no Teatro José Maria Santos. Dias 29 de março às 22 hs e 30 de março às 12 hs.

O horário do meio-dia é o mais procurado por aqui, na mostra paralela.

Tem que chegar cedo para conseguir lugar.

Escrito por Lenise Pinheiro às 17h10

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Na cola de Edimburgo

Encontro casualmente com Victor Aronis, diretor do festival, e conversamos longamente. Ele está impressionado, como eu também, com o público que comparece às peças mais desconhecidas, na "franja" da programação. Velho freqüentador de Edimburgo, está feliz de ver como, a exemplo de Avignon e outros festivais pelo mundo, Curitiba vai seguindo a trajetória do festival escocês.

Cita com orgulho o Risorama, a mostra de "stand-up" que formou seguidores à parte, de vários anos para cá _e que nesta edição vai de redatores dos humorísticos de televisão à primeira-dama do "stand-up" brasileiro, Grace Giannoukas, do Terça Insana. Celebridade maior do meio desde sua encarnação de Ruth Escobar no Espaço OFF nos anos 80, Giannoukas é a atração do "line-up" do Risorama esta semana. Vem abençoar a mostra.

Ele discorda de mim quanto à ausência de globais, mas concorda que vários "medalhões" da encenação ficaram de fora, este ano. Argumenta que o teatro brasileiro mudou, se renovou, e que outros "medalhões", mais jovens, estão na programação.

Eu abordo a decadência do pensamento privatista, "neoliberal", que tanto marcou e chocou desde as primeiras edições do festival. Ele argumenta que já diminuiu, mas admite que persiste, em parte. Eu respondo que nem o "Financial Times" vê mais a intervenção estatal como o diabo _e ficamos por aí.

Conversamos de muitas outras coisas. Do investimento direto em teatro, da lei de fomento ao PAC. E da possível lei federal de fomento, sendo que a paulistana já influenciou tanto o festival, como ele mesmo afirmou, tempos atrás. Também de web, de sites de cultura como o Overmundo. Também de como selecionar o que ver a cada dia. A exemplo de todos, Victor pergunta aqui e ali, checa o guia e arrisca. Às vezes acerta.

Escrito por Nelson de Sá às 09h20

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Estação Paraíso

Lembrei deste ensaio de "Estação Paraíso" do ator Darcio de Oliveira, muito à vontade no papel.

Está aí em SP, no teatro Ágora. E quem sabe, logo mais, em outros festivais. 

Foto de 20 de março de 2007. Teatro Ágora, SP, direção de Roberto Lage.

Escrito por Lenise Pinheiro às 15h07

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sonho

Ontem perdi a apresentação de "Sonho de Outono", espetáculo na casa do próprio diretor, o Marcos Damasceno. Com a amada atriz Rosana Stavis. Fiquei feliz por encontrar a casa cheia. Combinei de voltar na quarta. O Valmir vai fazer matéria para a Folha.

Segue abaixo umas das grandes inspirações deste blog e do meu trabalho. A Bete Coelho Cacilda.  

Mosaico construído por: Elaine Cesar, Luiz Fernedo e Lenise Pinheiro, em 05 de dezembro de 2000.

Dedico os trabalhos do dia de hoje ao pequeno Theo que nasceu antes de ontem.

Viva a Elaine que deu à Luz. Isso sim é iluminar.

Escrito por Lenise Pinheiro às 10h46

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Primeiras impressões

Quatro dias de festival, muitas peças e conversas e já consigo deixar algumas primeiras impressões.

Para começar, pelo que pude ver na mostra Novos Repertórios, no teatro da universidade federal, e pelo que a Lenise e outros amigos contaram da mostra Novelas Curitibanas, o fringe enfim se desenvolve nos caminhos de Edimburgo, onde as grandes mostras organizadas por alguns teatros ajudam a errar menos na seleção do que ver _e a distinguir mais o inovador e o diferente, como em "menos emergências".

E se percebe que a diversificação, desde sempre o que Curitiba teve de melhor, se estabelece também como a prioridade da mostra oficial, além do fringe. Em vez de globais cariocas, grupos como o Nós do Morro ou o teatro musical brasileiro de Cláudio Botelho. Em vez de celebridades da encenação paulistana, aquelas de sempre, agora se acham pequenas e concentradas jóias como a "Zona de Guerra" de André Garolli, que vi ontem e que reinventou Eugene O`Neill, ao menos para mim.

De sete anos para cá, cumprindo a profecia de Antônio Araújo para as repercussões da lei do fomento, que reiniciou o investimento estatal direto em teatro e influenciou programais estaduais como o PAC, de partidos de todas as linhas, a mudança na cena brasileira é imensa. É urgente um estudo em detalhes de tanta novidade, de impacto tão abrangente. O Valmir Santos viu tudo, ele que eu conheci nos primeiros passos de Curitiba, e quem sabe conta, qualquer hora.

ps - destes quatro dias também restou a impressão de que dei um passo maior que as pernas, ao menos na roda-viva do festival.

Escrito por Nelson de Sá às 10h17

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Tatuado pela emoção

Muito verdadeiro o trabalho em "De Água e Sal", teatro-dança de Brasília. O bailarino Alisson Araújo

conquista a platéia e convida o público a rabiscar seu corpo com mensagens, desejos e toques.

O espetáculo pode ser visto na Casa Hoffmann, no largo da Ordem, aqui em Curitiba.

Escrito por Lenise Pinheiro às 12h08

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Lenise PinheiroO blog Cacilda é coordenado por Nelson de Sá, articulista da Folha, e pela repórter-fotográfica Lenise Pinheiro.

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